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  Cabo Verde
Nuvens de gafanhotos do deserto invadem três ilhas do arquipélago
- 10-Aug-2004 - 18:24


As ilhas cabo- verdianas de Santiago, Fogo, e Santo Antão estão a ser atacadas por gafanhotos do deserto que podem "constituir um risco sério" para a agricultura do arquipélago, situado a 620 quilómetros do continente africano.


David Monteiro, director-geral da Agricultura, Horticultura e Pecuária, explicou que os enxames de gafanhotos do deserto estão neste momento activos na orla costeira de Santo Antão, zonas altas da ilha do Fogo e na área da Cidade Velha, na ilha de Santiago.

Estas ilhas são as que maior peso têm na agricultura de Cabo Verde, cuja área total de terra arável não ultrapassa os 10 por cento do território, havendo já informação de que várias zonas de cultivo, essencialmente tomate e papaia, foram destruídas pelos insectos na ilha do Fogo.

Na zona da Cidade Velha, a cerca de 10 quilómetros da Cidade da Praia, capital do país, ilha de Santiago, algumas áreas registam grandes concentrações de gafanhotos do deserto, uma espécie que pode atingir os quatro centímetros, em média, e tem grande poder de destruição.

"No entanto, para já o risco é diminuto, embora não seja de ignorar", disse David Monteiro, sublinhando, no entanto, que uma situação mais séria pode acontecer se as condições climatéricas forem propícias.

"Se as condições de humidade e calor forem as adequadas para a desova e eclosão dos insectos, os riscos e as possibilidades de danos sérios na agricultura das áreas afectadas são grandes", explicou.

Para já, os técnicos do Ministério da Agricultura estão no terreno a estudar o evoluir dos enxames de gafanhotos do deserto, oriundos do continente, a uma distância de cerca de 600 quilómetros de Cabo Verde, onde em vários países, como os vizinhos Mauritânia, Senegal e Gâmbia, estão igualmente a braços com pragas destes insectos.

O combate à o trabalho está a ser de difícil prossecução "porque - explica David Monteiro - são insectos de grande mobilidade e muito rápidos, deslocando-se com muita frequência".

"Estamos a fazer o possível para minimizar danos,F mas tudo vai depender das condições climatéricas", disse, frisando que as chuvas que caíram nos últimos dias no arquipélago podem ser um aliado importante na reprodução dos insectos.

O período razoável para se perceber a dimensão do problema é de cerca de 15 dias, tempo que dura o ciclo que vai da desova à eclosão das larvas.


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