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Governo português desta portugueses da Venezuela e da África do Sul
- 23-Dec-2002 - 17:38
As comunidades portuguesas na Venezuela e na África do Sul são destacadas na mensagem de boas-festas que o ministro dos Negócios Estrangeiros enviou hoje aos portugueses no mundo, já que as celebrações decorrerão «em situações mais difíceis».
O ministro António Martins da Cruz, que assina a mensagem, faz votos para que todos os portugueses espalhados pelo mundo, e em particular os que passam por situações mais delicadas, «encontrem no significado do Natal» ânimo para ultrapassarem «os momentos difíceis e de insegurança que atravessam».
Neste contexto, o chefe da diplomacia portuguesa refere em particular a situação na Venezuela - país onde se vivem dias de grande agitação política -, bem como na África do Sul, onde este ano foram assassinados 27 portugueses ou luso-descendentes.
A importância do associativismo desenvolvido pelas Comunidades Portuguesas nos países onde se encontram radicadas é igualmente mencionada na mensagem como «uma marca peculiar» da sua presença, um exemplo positivo já transmitido ao ministro por personalidades estrangeiras.
«Desde a criação de mútuas e fundos até ao apoio anónimo e individual ao vizinho em dificuldades, tudo se conjuga para fortalecer a nossa presença no mundo, que merece ser melhor conhecida e recordada», lê-se na mensagem.
Com o objectivo de melhorar a vida dos portugueses que residem no estrangeiro, António Martins da Cruz, salienta que tem havido uma preocupação por parte do governo português em valorizar o ensino da Língua portuguesa, adaptar a rede consular, incentivar o associativismo e valorizar o Conselho das Comunidades Portuguesas.
Neste capítulo, o ministro refere o empenho colocado no encorajamento para uma maior participação política dos portugueses nos países de acolhimento, no apoio ao desenvolvimento de programas dirigidos a faixas especialmente carenciadas e na promoção da reintegração de emigrantes regressados a Portugal.
«Procurámos, igualmente, desenvolver uma política para a Comunicação Social das Comunidades Portuguesas e actualizar os mecanismos de resposta a situações de crise que possam afectar cidadãos nacionais», acrescenta.
António Martins da Cruz afirma ainda que as «Comunidades Portuguesas constituem uma das principais vertentes da afirmação de Portugal no mundo que importa valorizar e proteger permanentemente, face às incertezas crescentes no panorama internacional».
Entretanto, para a tarde de hoje está marcada uma conferência de imprensa presidida pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José de Almeida Cesário, para divulgar o plano da reestruturação consular.
Recentemente, José Cesário confirmou algumas alterações na rede de consulados portugueses, sem especificar. «A reestruturação consular não passa pelo encerramento ou abertura de consulados, mas sim pela sua organização», explicou o governante.
Todavia, segundo o secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores Consulares e Missões Diplomáticas, Jorge Veludo, que disse ter recebido a informação de fonte oficial, são sete os consulados que irão encerrar: Osnabrueck (Alemanha), Nancy, Rouen, Reims e Bayonne (França), Porto Alegre (Brasil) e Hong Kong (China).

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