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  Cabo Verde
Governo oferece medicamentos a países lusófonos, a partir de 2005
- 12-Aug-2004 - 19:34


O Brasil vai oferecer, a partir de 2005, os medicamentos que produz contra a SIDA para todos os portadores de HIV na Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde e Timor-Leste, anunciou hoje o governo.


"O Brasil vai assumir o compromisso de acesso universal a tratamento para todos os pacientes desses países lusófonos", informou o novo coordenador do programa de Doenças Sexualmente Transmissíveis e SIDA (DST/SIDA) do Ministério da Saúde, Pedro Chequer.

"O projecto está a ser negociado e, já no próximo ano, após uma fase inicial para formar pessoal e criar condições de diagnóstico em HIV nos quatro países africanos, o governo brasileiro estará em condições de enviar os medicamentos", disse.

Actualmente, o Brasil produz oito das 16 drogas utilizadas no tratamento da SIDA.

Pedro Chequer disse que não estão quantificados ainda os recursos necessários para a execução do projecto, que se encontra em fase de estimativas da necessidade, de capacidade instalada e de formação de pessoal.

De acordo com o epidemiologista, que foi um dos fundadores do bem sucedido programa brasileiro DST/SIDA, o Brasil pode ter uma "parceria mais estreita" com Guiné- Bissau, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde e Timor-Leste por se tratarem de países pequenos, com taxas de prevalência de SIDA que não são altas. Este não é o caso, por exemplo, de Angola e Moçambique, que têm, respectivamente, taxas de prevalência de 8 por cento e 15 por cento, enquanto no Brasil o índice é de 0,6 por cento.

Pedro Chequer, que foi representante em Moçambique da ONUSIDA, órgão das Nações Unidas para o controlo da SIDA no mundo, lembrou que 200 mil moçambicanos necessitam de tratamento num conjunto de 1,3 milhões de pessoas infectadas no país pelo vírus HIV.

"Não resolve doar medicamentos para Moçambique, mas sim estabelecer condições na rede pública para diagnosticar e tratar os pacientes, como também apoiar a área de prevenção", destacou.

Questionado sobre a possível construção em Maputo de um laboratório para produzir anti-retrovirais, o médico epidemiologista disse que "não adianta construir uma fábrica e ela virar um elefante branco".

O Brasil, segundo ele, está disposto a apoiar o controlo de qualidade dos medicamentos em Moçambique e a transferir tecnologia.

Pedro Chequer informou ainda que o Brasil está a ampliar o parque de laboratórios estatais que produzem anti- retrovirais (hoje existem cerca de uma dezena) e pretende também avançar na produção de novos medicamentos e de testes de diagnóstico da SIDA.

Além disso, estará em funcionamento já no próximo ano uma fábrica estatal de preservativos no estado do Acre, que deverá produzir cerca de 100 milhões de unidades por ano para serem distribuídos gratuitamente à população brasileira.

Actualmente, são colocados no mercado brasileiro cerca de mil milhões de preservativos metade dos quais disponibilizados pelo Estado.

"Este número é ainda insuficiente. O ideal é que tivéssemos disponíveis no Brasil cerca de 3 mil milhões de preservativos anualmente", afirmou.


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