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  Cabo Verde
Cabo Verde aposta forte
nas energias renováveis

- 18-Aug-2004 - 0:10


A ideia é aproveitar factores naturais como o sol e o vento, abundantes no arquipélago ao longo de praticamente todo o ano

A extensão dos parques eólicos e a vulgarização do uso de outros tipos de energias renováveis, consideradas de vital importância, fazem parte do pacote de projectos apresentados pelo governo de Cabo Verde para financiamento no âmbito dos fundos do programa norte-americano Millenium Challange Account (MCA).


Por Carvalho Simão
Correspondente da Panapress


Cabo Verde foi o primeiro dos 16 países seleccionados para beneficiar dos fundos do MCA a entregar a proposta contendo os projectos a serem financiados no âmbito deste novo programa de ajuda norte-americana aos países em via de desenvolvimento.

Este plano, recorde-se, foi anunciado pelo presidente norte-americano, George W. Bush, em 2002, no México.

Em caso da aprovação da proposta de Cabo Verde para o MCA, que ascende aos 118,150 milhões de dólares norte-americanos para um período de três anos, o país pode dar um salto significativo na vulgarização e utilização das energias renováveis.

O melhor aproveitamento de factores naturais como o sol e o vento, abundantes no arquipélago ao longo de praticamente todo o ano, é um das metas propostas no plano energético nacional de Cabo Verde.

O propósito em vista é aumentar a taxa de electrificação do país dos 60 por cento actuais para 90 por cento até 2010.

No entanto, verifica-se, neste momento, um impasse na implementação da utilização das energias bem como na reutilização das águas residuais.

Isto porque a empresa cabo-verdiana de electricidade e águas (ELECTRA) considera não estar em condições para co-participar no financiamento do Programa de Energia, Água e Saneamento (PAES).

Uma fonte da empresa, citada pelo suplemento económico do jornal "A Semana", justifica a retirada provisória da ELECTRA do projecto considerando exagerada a última proposta do orçamento que passou de oito milhões para 13 milhões de euros.

Perante este aumento em mais de 45 por cento dos custos iniciais, a ELECTRA, detida em 51 por cento pelo consórcio EDP-Electricidade de Portugal e AdP-Águas de Portugal, decidiu abandonar, provisoriamente, o projecto.

A empresa decidiu, entretanto, remeter o projecto para financiamento junto do Banco Europeu de Investimento (BEI) e de outras instituições de crédito, embora ainda não tenha obtido nenhuma resposta ao seu pedido.

A inclusão na proposta entregue, a semana passada, pelo governo cabo-verdiano ao chamado Fundo de Desenvolvimento do Milénio pode constituir uma alternativa para o financiamento dos projectos visando
a utilização do vento, sol e outras formas não poluentes de produção de energia, onde praticamente a totalidade do combustível é importado.

Neste sentido, o documento, aprovado no ano passado, recomenda uma maior investigação na área da energia solar para o conhecimento das potencialidades existentes no país e da energia eólica para um melhor
aproveitamento do vento.

Actualmente, as energias renováveis representam apenas 3,1 por cento da potência instalada (75.772 MW) do parque de energia eléctrica produzida com a utilização do diesel e do fuel nas centrais térmicas em Cabo Verde.

O plano energético preconiza um aumento dos actuais 2.400 MW, produzidos pelas três unidades dos parques eólicos em funcionamento na Praia, Mindelo e Sal, para 7.8 MW.

O plano manifesta uma grande preocupação com a protecção ambiental no país, onde também grande parte da energia é consumida através da utilização da lenha, principalmente no meio rural, o que provoca graves problemas da degradação do meio ambiente.

Como alternativa, o plano propõe a substituição gradual e sistemática da utilização da lenha pela massificação do uso gás ou adopção de medidas de utilização de outras energias menos poluentes.


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