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  Cabo Verde
Aristides Pereira defende ligação entre intelectuais e políticos
- 24-Aug-2004 - 13:13


O antigo chefe de Estado cabo-verdiano, Aristides Pereira, defendeu a criação de espaços de reflexão para uma ligação efectiva entre a produção intelectual e a política em África.


Aristides Pereira esteve à frente dos destinos de Cabo Verde, desde a independência desta antiga colónia portuguesa, em 1975, até à abertura do arquipélago ao ultipartidarismo, em 1991.

Na sua qualidade de presidente da Fundação Amílcar Cabral (FAC), Pereira apresentou as linhas de força do II Simpósio Internacional sobre Amílcar Cabral, a ter lugar entre 9 e 12 de Setembro próximo, na capital cabo-verdiana.

Disse estar convencido de que o simpósio, a decorrer sob o lema "Pensar com as nossas próprias cabeças", "vai permitir não só uma reflexão sobre o pensamento de Cabral, o pai da nacionalidade Cabo-verdiana, como também debater ideias sobre o desenvolvimento do continente africano.

"Continua a revelar-se cada vez mais indispensável a realização de reflexões que consigam estabelecer ligações frutuosas entre a produção intelectual e a política em África de hoje", sublinhou.

A FAC espera que de ma "profunda reflexão" acerca da ligação entre a produção intelectual e a política em África hoje, o simpósio venha a dar uma resposta sobre a questão da necessidade de novas posturas tanto de políticos como dos intelectuais africanos.

O documento que anuncia o simpósio refere que Amílcar Cabral foi um político que "sempre procurou, sem filiações dogmáticas, a produção intelectual que pudesse iluminar o seu caminho".

"E sempre com uma consciência aguda de que só uma produção intelectual aberta à experiência, e com a capacidade de forjar conceitos operatórios e estratégicos podia potenciar projectos de emancipação", precisa.

No entanto, a adverte que "ainda hoje continua a não ser prática em África uma ligação virtuosa entre a produção intelectual e a definição de políticas".

Com a realização do Simpósio, a FAC quer contribuir para a constituição de um espaço de promoção do debate sobre as ideias alternativas acerca do desenvolvimento de África, inspirada sempre na ambição de "pensar pelas nossas próprias cabeças" e de acordo com a "própria realidade" africana.

O simpósio constará fundamentalmente de três grandes painéis temáticos para debate: a "História, Cultura e Identidade"; a "Construção do Estado em África e o "Desenvolvimento e Integração Regional Africana no contexto da Globalização".

Mais de 50 investigadores, cientistas, professores e políticos de vários continentes já garantiram a sua participarão no evento.

Entres estes destacam-se os antigos chefes de Estado de Portugal, Mário Soares e Ramalho Eanes, o argelino Ahmed Ben Bella, o antigo director-geral da UNESCO, Amadou Makhtar Mbow, o representante do PNUD no Brasil, Carlos Lopes, e o economista egípcio Samir Amin.

O organização revelou também que o presidente moçambicano, Joaquim Chissano, manifestou a sua vontade de participar no evento.

O simpósio conta com um apoio financeiro da UNESCO no valor de 50 mil dólares.

Fonte: Panapress


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