Apoio ao investimento estrangeiro em Portugal
           As Notícias do Mundo Lusófono
 Notícias de Angola Notícias do Brasil Notícias de Cabo Verde Notícias da Guiné-Bissau Notícias de Moçambique Notícias de Portugal Notícias de São Tomé e Príncipe Notícias de Timor Leste
Ir para a página inicial de Noticias Lusofonas desde 1997 toda a lusofonia aqui
 Pesquisar
 
          em   
 Notícias

 » Angola
 » Brasil

 » Cabo Verde
 » Guiné-Bissau
 » Moçambique
 » Portugal
 » S. Tomé e Príncipe
 » Timor Leste
 » Comunidades
 » CPLP
 
Informação Empresarial
Anuncie no Notícias Lusófonas e divulgue a sua Empresa em toda a Comunidade Lusófona
 Canais


 » Manchete
 » Opinião
 » Entrevistas
 » Comunicados
 » Coluna do Leitor
 » Bocas Lusófonas
 » Lusófias
 » Alto Hama

 » Ser Europeu

Siga-nos no
Siga o Notícias Lusófonas no Twitter
Receba as nossas Notícias


Quer colocar as Notícias Lusófonas no seu site?
Click Aqui
Add to Google
 Serviços

 » Classificados
 » Meteorologia
 » Postais Virtuais
 » Correio

 » Índice de Negócios
 
Venha tomar um cafezinho connoscoConversas
no
Café Luso
 
  Brasil
Lula prevê ano difícil e diz haver falta de recursos para investimentos
- 27-Dec-2002 - 17:44

O presidente eleito do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, alertou quinta- feira que o principal problema que enfrentará em 2003 é a falta de verbas para investimentos devido às limitações impostas pelo Orçamento.

"Vamos ter um ano difícil, porque a peça orçamental mandada para o Congresso é a mais apertada dos últimos dez anos. Não há dinheiro para investimentos", disse Lula, mostrando- se "assustado" com a falta de recursos.

"A falta de dinheiro assusta todo o mundo", sublinhou o chefe de Estado eleito, realçando no entanto que os recursos disponíveis vão dar "para fazer muita política social" e que, apesar de ter encontrado problemas, não haverá espaço para lamentações.

"Tomei a decisão de não ficar a lamentar a falta de dinheiro. Vamos utilizar a vontade extraordinária da sociedade para fazer as coisas que têm de ser feitas", assegurou.

"Se não pudermos fazer uma grande coisa no primeiro momento, vamos fazendo o que for possível. Mas, na hora em que conseguirmos canalizar os recursos existentes para a política social, estou convencido de que vamos fazer muita coisa", adiantou Lula.

Mantendo o tom crítico que tem adoptado nos últimos dias em relação à administração cessante do presidente Fernando Henrique Cardoso, o presidente eleito brasileiro voltou a afirmar que a situação apresentada pelo actual governo está "muito aquém" da encontrada pela sua equipa de transição.

No entanto, apesar das alegadas discordâncias, Lula afirmou que pretende evitar atritos com o presidente cessante.

"Em vez de ficarmos chorando sobre o leite derramado e reclamando do que não foi feito, vamos tratar de fazer a nossa parte. O povo julgou o governo de Fernando Henrique Cardoso, derrotando-o nas eleições. Agora, nós temos de trabalhar", defendeu.

Hoje, no seu primeiro Conselho de Ministros antes da tomada de posse em 01 de Janeiro, Lula pretende mostrar a herança que vai receber do seu antecessor no Palácio do Planalto.

Caberá ao futuro ministro da Fazenda, Antônio Palocci, abrir a reunião, que se realizará no auditório do Centro de Treinamento do Banco do Brasil, em Brasília, a partir das 15:00 horas locais (17:00 em Lisboa).

Antônio Palocci apresentará no encontro o relatório feito pela equipa de transição sobre a situação do país deixada pelo actual governo. Cópias do documento já foram entregues aos futuros ministros.

Segundo fontes da equipa de transição, os sectores que se encontram em pior situação são o eléctrico e o da aviação, que precisam de medidas urgentes.

Entretanto, o líder do actual governo no Congresso Federal do Brasil, deputado Arthur Virgílio, comentou que será uma leviandade se o Partido dos Trabalhadores (PT) usar o relatório para atacar Fernando Henrique Cardoso, recomendando a Lula que desça do palanque.

"A pior forma de começar a governar é dizer que não pode cumprir as promessas por causa dos problemas deixados pelo antecessor", salientou o deputado, do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB).

Aprovado pelo Congresso Federal brasileiro na semana passada, o Orçamento da União para 2002 garante 20,4 mil milhões de reais (5,83 mil milhões de euros) a mais do que o inicialmente programado para os gastos do primeiro ano do futuro governo, segundo o jornal Folha de São Paulo.

Também foram destinados 14,2 mil milhões de reais (4,06 mil milhões de euros) para investimentos no próximo ano, praticamente o dobro do previsto no projecto enviado pelo executivo, ainda de acordo com o diário paulista.

No entanto, na terça-feira, Antônio Palocci advertiu os seus colegas de governo que nos primeiros meses do ano todos deverão "apertar os cintos e mais alguma coisa".

Segundo o médico que chefiará a política financeira brasileira, várias despesas previstas no Orçamento da União poderão ser suspensas enquanto não houver dados claros sobre o comportamento das suas fontes de receita.

Marque este Artigo nos Marcadores Sociais Lusófonos




Ver Arquivo


 
   
 
 

 Ligações

 Jornais Comunidades
 
         
  Copyright © 2009 Notícias Lusófonas - A Lusofonia aqui em primeira mão | Sobre Nós | Anunciar | Contacte-nos

 edição Portugal em Linha - o portal da Comunidade Lusófona Web Design e SEO Portugal / Brasil por NOVAimagem