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  Cabo Verde
«Cabo Verde cumpriu os desígnios de Amilcar Cabral»
- 12-Sep-2004 - 18:33


O primeiro-ministro de Cabo Verde defendeu hoje, no encerramento do Simpósio Amílcar Cabral, na Cidade da Praia, que os desígnios do "pai" da independência da Guiné- Bissau e Cabo Verde foram cumpridos no arquipélago.


José Maria Neves deixou esta certeza no dia em que o líder histórico e fundador do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) completaria 80 anos, coincidindo com o último dia do Simpósio Internacional Amílcar Cabral, realizado na capital cabo- verdiana.

"Cabo Verde, pelo país que é hoje, cumpriu os desígnios de Cabral: 29 anos após a independência é um país democrático e mais desenvolvido", sustentou José Maria Neves.

O chefe do executivo cabo-verdiano lembrou que o cumprimento dos desígnios de Cabral no país foi possível porque "os companheiros de Cabral que assumiram as rédeas do país em 1975 colocaram-se de corpo e alma ao serviço do povo cabo-verdiano".

José Maria Neves aproveitou o ensejo para defender que "é este compromisso dos seus líderes que os países africanos precisam para os seus desafios actuais".

"Lideranças imbuídas dos princípios democráticos, com agendas sociais e económicas empenhadas na defesa dos interesses das populações", acrescentou.

Ao longo de quatro dias, mais de uma centena de investigadores, ex-combatentes dos movimentos de libertação colonial e políticos dos quatro cantos do mundo, com Amílcar Cabral e o seu legado como referência, debateram na Cidade da Praia o futuro de África, as razões para os problemas e as eventuais soluções.

Nomes como os dos presidentes de Moçambique, Joaquim Chissano, e de Cabo Verde, Pedro Pires, os ex-presidentes de Portugal, Mário Soares, de Cabo Verde, Mascarenhas Monteiro e Aristides Pereira, ou da Guiné-Bissau, Luís Cabral, que hoje, dia em que passam 80 anos do nascimento do seu irmão, Amílcar, se sentiu indisposto tendo abandonado a sala, estiveram presentes.

Uma das decisões que decorreram deste simpósio é que o próximo simpósio Amílcar Cabral vai ser realizado em Paris pela UNESCO, embora não tenha sido indicada uma data.

Ficou ainda decidido que as obras de Amílcar Cabral vão ser reeditadas, enquanto que a universidade Cândido Reis, no Rio de Janeiro, vai instituir um prémio Amílcar Cabral para os estudantes cabo-verdianos da diáspora e do arquipélago.

A questão da dispersão dos escritos de Cabral, a ausência de reedições e a dificuldade das novas gerações em contactarem com os seus pensamentos foram alvo de constantes críticas durante os trabalhos, nomeadamente pela voz de Mário Soares ou do sociólogo guineense e representante do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil, Carlos Lopes.

Amílcar Cabral foi assassinado a 20 de Janeiro de 1973 na capital da República da Guiné, Conacry, em circunstâncias ainda por apurar na íntegra, escassos meses antes da declaração unilateral da independência da então Guiné Portuguesa pelo PAIGC, que fundou a par de nomes como Aristides Pereira, Pedro Pires ou Elise Turpin.


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