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Juventude de Cabo Verde é das que mais usa preservativo
- 16-Sep-2004 - 16:59


Cabo Verde, cuja população em 2050 será de 812 mil habitantes (projecção), é um dos países da África subsariana onde o uso do preservativo, em particular, é mais elevado entre adolescentes não casados do que entre os que vivem maritalmente, facto que previne a propagação da SIDA.


Segundo o relatório das Nações Unidas sobre a situação da população mundial agora divulgado e que será levado à Assembleia da ONU, tal facto tem menores riscos para a SIDA”, preconizando ao mundo, o aumento de intervenções a todos os adolescentes, incluindo os que não frequentam a escola.

Em todo o Mundo, hoje com 6,4 mil milhões de habitantes, “em cada 14 segundos, um jovem é infectado pelo HIV/Sida”diz o relatório intitulado “O Consenso do Cairo dez anos depois: População, Saúde Reprodutiva e Esforços Mundiais para acabar com a Pobreza”do Fundo das Nações Unidas para a População(FNUAP).

Em 2050 o planeta Terra terá mais 2,5 mil milhões de habitantes, um aumento que equivale à população mundial de 1950.

O documento refere que “as adolescentes casadas enfrentam mais riscos no campo da saúde reprodutiva do que as não casadas”. Estas enfrentam por vezes a pressão das famílias para procriarem, tem menor acesso a contraceptivos e correm o risco de contrair doenças sexuais transmitidos por maridos mais velhos que já tiveram várias parceiras.

Cita um estudo efectuado no final da década de 90 abrangendo sete países, em que “ o uso do preservativo em Cabo Verde por adolescentes não casadas era superior a 30 por cento”.

O arquipélago, que se insere entre os 31 territórios menos populosos do mundo, 473 mil habitantes em 2004 e uma taxa de crescimento urbano até 2005 estimada em 3,5 , é ainda referenciado como um dos países onde foi ministrada formação a médicos “para os tornar mais sensíveis os problemas das mulheres que foram vítimas de violência”.

Foi um projecto piloto executado também em Moçambique, Rússia, Equador, Guatemala, Sri Lanka, Lituânia, Líbano e Equador O FNUAP concluiu que aquele projecto foi um êxito pelo que com base naquela experiência produziu um manual intitulado “Uma abordagem Prática da Violência com Base no Sexo” que foi traduzido para sete línguas.

O relatório, de 115 páginas, surge dez anos depois de 179 países terem acordado na Conferência do Cairo, um plano que procurava o equilíbrio entre os habitantes do planeta e os recursos, melhorar a condição da mulher e garantir o acesso universal aos cuidados da saúde reprodutiva.

Regista o que considera “importantes melhorias” alcançadas quanto ao “maior número de pessoas que têm hoje acesso ao planeamento familiar”, “mais leis que proíbem a violência contra as mulheres”, e “mais informação sobre saúde reprodutiva destinada aos jovens”. Assinala no entanto “obstáculos importantes” quanto a recursos destinados aos pobres e aos grupos marginalizados: o HIV continua a propagar-se. Meio milhão de mulheres morre de parto todos os anos.

O FNUAP adverte que os doadores tinham acordado contribuir com 6,1 mil milhões de dólares por ano para programas no domínio da população e da saúde reprodutiva, até 2005, o que representava um terço das necessidades totais. Mas, em 2002 (último ano em relação ao qual se dispõe de números), as contribuições rondavam os 3,1 milhões de dólares, ou seja metade da verba que se tinham comprometido a doar.

A meio da data para alcance das metas aprovadas (2015), o documento preconiza fundos suplementares para combate à Sida, esforços para uma maternidade sem riscos, reforma nas leis e politicas, apoio aos grupos mais pobres, tornar o envolvimento da sociedade civil uma pratica habitual.

A população mundial que se eleva a 6,4 mil milhões de habitantes, continua, segundo este documento, a crescer a um ritmo rápido. Actualmente apresenta um aumento em termos absolutos de 76 milhões de pessoas por ano.

Fonte: A Semana


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