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  Cabo Verde
Malam Bacai Sanhá pede apoio ao PAIGC para presidenciais de 2005
- 27-Sep-2004 - 22:26


O antigo chefe de Estado interino guineense Malam Bacai Sanhá pediu ao PAIGC, no poder, para o apoiar nas eleições presidenciais de 2005, cuja data está ainda por fixar mas que, segundo as previsões, deverão realizar-se em Março.


A notícia é avançada hoje pelo semanário guineense Nô Pintcha, público, na qual o antigo presidente, que assegurou o período de transição após o conflito militar de 1998/99, indica que ainda não obteve qualquer resposta da direcção do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC).

Numa entrevista, Bacai Sanhá, que se encontra há vários dias fora de Bissau, afirma que "pretende" ser o candidato do PAIGC, embora ressalve que não precisa do "aval de ninguém", pois é um cidadão guineense no gozo dos seus plenos direitos.

Malam Bacai Sanhá é o primeiro político a anunciar a intenção de concorrer às presidenciais de Março de 2005, depois de se ter apresentado nas de Novembro de 1999, nas quais foi derrotado à segunda volta por Kumba Ialá, que obteve mais de 78 por cento dos votos.

"No quadro do PAIGC, como militante, tenho a liberdade de fazer o que quero. Agora, se as pretensões estão sendo balizadas pelo partido, isso já é outra coisa. Neste momento, a minha maior pretensão é candidatar-me às próximas presidenciais", sublinha na entrevista.

Segundo Bacai Sanhá, que foi presidente do Parlamento guineense entre 1994 e 1998, essa pretensão está contida numa carta enviada recentemente à direcção do PAIGC, em que manifestou o desejo de, à semelhança das eleições de 1999, ser o candidato deste partido.

"Estou à espera de resposta. Mas, até lá, continuarei a fazer o meu trabalho. Não estou parado. Acho que, em breve, o PAIGC irá divulgar a minha carta e decidir sobre a minha candidatura", afirma Bacai Sanhá, que, ultimamente, tem percorrido o país numa espécie de "pré-campanha de sensibilização".

No entanto, admitiu que poderá não ser o único dirigente do partido liderado pelo actual primeiro-ministro guineense, Carlos Gomes Júnior, a manifestar disponibilidade para se apresentar à corrida presidencial.

"Tendo em conta a minha experiência política, as provas que dei e as minhas capacidades, acho que poderei ser o melhor presidente para a Guiné-Bissau. Serei um presidente capaz de unir todos os guineenses e de criar a estabilidade caminhar para o desenvolvimento e pôr em prática o maior sonho de Amílcar Cabral: democracia, paz, progresso e bem-estar", disse.

A questão do candidato que o PAIGC irá apoiar nas presidenciais, que porão fim ao ciclo de transição iniciado em Setembro de 2003, após o golpe de Estado que destituiu o regime de Kumba Ialá, deverá ser discutido em Outubro ou Novembro próximo, numa reunião alargada do Conselho Nacional do partido.

Fonte partidária admitiu hoje à Agência Lusa que há mais personalidades, dentro e fora do partido, que manifestaram a intenção de se apresentar às presidenciais, entre elas a do actual presidente da transição, Henrique Rosa.

Em declarações públicas recentes, Henrique Rosa afirmou que, para já, não está disponível para se apresentar às presidenciais, embora tenha deixado a porta aberta para essa eventualidade, sublinhando que tem tido o apoio de muitas personalidades, de vários quadrantes e nacionalidades, para o fazer.


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