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Gulbenkian dá cursos
a Jornalistas lusófonos

- 31-Dec-2002 - 0:02

Iniciativa foi apoiada pela RDP África, RTP África, Rádio Renascença, Lusa e pelos jornais digitais visaonews.com, portaldecaboverde.com, noticiaslusofonas.com e africanidade.com
Três jornalistas timorenses vão pela primeira vez integrar um curso de formação com outros 21 profissionais de países africanos de língua portuguesa, promovido pela Fundação Gulbenkian e que se inicia dia 3 Fevereiro de 2003. Trata-se do II Curso para formação especializada de Jornalistas dos "Novos Estados de Língua Oficial Portuguesa" ao qual concorreram 159 candidatos. A Gulbenkian está de parabéns. Mais uma vez, a esta Fundação mostra como se faz. Enquanto isso, a Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) fica a ver navios, certamente recostada nos cómodos sofás dos mais nobres areópagos da macropolítica lusófona.


CURSO DECORRE NA UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA


O curso, com 180 horas de duração, tem início a 3 de Fevereiro, na Universidade Católica Portuguesa (UCP) e deverá terminar a 14 de Março. A selecção dos participantes foi feita por concurso documental público, segundo os critérios aprovados pela Fundação Gulbenkian e pela UCP.

Os seleccionados são profissionais com experiência significativa, ocupando vários deles cargos de destaque nos órgãos de comunicação social dos seus países.

O projecto, criado pela Fundação Gulbenkian com a colaboração da Universidade Católica Portuguesa, tem como objectivo proporcionar formação especializada a profissionais de comunicação social de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e, pela primeira vez, Timor-Leste.

Angola e Moçambique estão representados por seis jornalistas cada e os restantes Estados por três profissionais cada um.

Os alunos terão uma bolsa para bilhete de avião ida e volta entre o local de residência e Lisboa, alojamento, alimentação, propinas, material didáctico e transportes.

Trata-se de um curso intensivo, tipo pós-graduação, mais sobre a "função comunicação do que sobre técnicas específicas de jornalismo", embora a admissão não esteja "amarrada" à titularidade de um diploma de licenciatura.

O objectivo da formação é, segundo os responsáveis da Fundação, consolidar "uma opinião pública democrática e uma comunicação social responsável nesses países, bem como proporcionar instrumentos adequados a jornalistas que já deram provas do seu trabalho".

Durante seis semanas, os jornalistas receberão formação em áreas como a comunicação e política, relações internacionais, cooperação e media, entre outras.

O primeiro curso realizou-se em 2001, na mesma Universidade, e foi frequentado por 18 profissionais. Tratou-se de um desafio pioneiro em que se falou de direitos e liberdades, cidadania, liberdade de informação, governos, economias e novas tecnologias.


RECORDAR A MENSAGEM DE SÁ MACHADO



No encerramento desse primeiro curso, o antigo presidente da Fundação Gulbenkian, entretanto falecido, Victor Sá Machado, alertou para a necessidade da intervenção da comunicação social no que considerou uma "tremenda responsabilidade" na formação de uma consciência que "estruture uma sociedade civil, pedra angular da democracia".


De acordo com a Fundação Gulbenkian, entre os que ajudam a divulgar a iniciativa figuram “os órgãos de informação portugueses mais interessados em assuntos de cooperação, como a RDP África, RTP África, Rádio Renascença, Lusa e jornais digitais como o visaonews.com, portaldecaboverde.com, noticiaslusofonas.com, africanidade.com.

De Angola estarão presentes António Manuel dos Santos Junior (Rádio Nacional de Angola), Euclides Gonçalo Tandala Francisco (Jornal A Capital), José Cordeiro Chimo (Rádio Nacional de Angola), José Graça Mendes (Televisão Pública de Angola), Manuel Francisco de Fátima Fingo (Televisão Pública de Angola) e Paula Marina Alho Simons (Luanda Antena Comercial).

Cabo Verde será representado por Alírio Cabral Gomes (Rádio Nova),
Apolinário dos Santos Parente Vieira das Neves (Jornal Expresso das Ilhas) e Luís Carvalho Gomes da Costa (Jornal Horizonte ).

Da Guiné-Bissau virão Assimo Baldé (RTP África), Maria Victória Lopes da Cruz (Televisão da Guiné Bissau) e Rosete Elsa C. Pinhel Aires dos Reis (Rádio Bombolon FM).

Os “alunos” moçambicanos serão Alberto Paulo Mavambe (Rádio Moçambique), Benjamim Pereira (Rádio Pax), Ericino Higínio de Salema (Jornal Zambeze), Felisberto A. Chitsondzo Matusse (Jornal Noticias), Marcelo Mosse (Jornal MediaFax), Maria Idalina Patia (Nova Rádio Paz).

De São Tomé e Príncipe estarão presentes, Abel Tavares da Veiga (Jornal Digital Téla Nón e RTP África), Ambrósio das Neves Quaresma (Jornal Notícias), Sóssimo Leal Sequeira Bragança (Voz de América e RTP-África).

Pela primeira vez presentes, os candidatos de Timor-Leste
são Alberto Pereira Alves (Rádio Nacional de Timor-Leste), Eugénia de Sousa Ribeiro (Televisão de Timor-Leste), José Maria Ximenes (Jornal Timor Post).

JORGE CASTRO

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