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  Cabo Verde
Primeiro-ministro admite candidatar-se a presidenciais de 2005
- 29-Sep-2004 - 19:08


O primeiro-ministro guineense e também líder do PAIGC admitiu hoje que, sendo ele a primeira figura do partido no poder, poderá apresentar-se às eleições presidenciais de 2005, embora seja ainda cedo para tomar posições definitivas.


"O PAIGC (Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde) tem várias candidaturas. Ainda ontem (terça-feira) recebi mais um pedido de apoio do actual presidente do parlamento (Francisco Benante). Temos várias candidaturas e, quiçá, a do próprio presidente do partido", afirmou Carlos Gomes Júnior.

O chefe do executivo guineense, que falava aos jornalistas após um encontro com o novo representante especial do secretário-geral das Nações Unidas em Bissau, o moçambicano João Bernardo Honwana, sublinhou que é a "primeira figura" do PAIGC e que, como tal, poderá apresentar-se à corrida presidencial.

"Mas vamos andando em frente e, em devido tempo, o partido vai pronunciar-se. O PAIGC tem os seus objectivos e um calendário político que vai cumprir em conformidade com as decisões da sua direcção", acrescentou.

Carlos Gomes Júnior desdramatizou, por outro lado, a dispersão reinante no PAIGC quanto ao número de candidatos presidenciais que poderão surgir a partir de personalidades do partido, insistindo que "é ainda cedo" para tomar decisões.

O antigo chefe de Estado interino (1998/2000) e ex-presidente do Parlamento (1994/98) Malam Bacai Sanhá, bem como o actual líder do Assembleia Nacional Popular (ANP, desde Abril deste ano) e ex-"número um" do PAIGC (1999/2002) Francisco Benante são dois dos candidatos do partido no poder que anunciaram publicamente a intenção de se apresentarem às presidenciais.

Curiosamente, um outro ex-presidente do parlamento (2000/2003), Jorge Malú, do Partido da Renovação Social (PRS), disse terça-feira que pretende ser o candidato da sua força política às presidenciais de 2005.

Questionado pela Agência Lusa sobre um eventual adiamento das eleições presidenciais, ideia levantada terça-feira em Lisboa, pelo presidente guineense, Henrique Rosa, o primeiro-ministro guineense não comentou, limitando-se a indicar que cabe ao chefe de Estado tomar essa decisão.

"No quadro da Lei Eleitoral, o presidente da República terá de fazer consultas aos partidos políticos e só depois fixará a data definitiva. O que posso dizer é que, na qualidade de líder do PAIGC, o partido está pronto para ganhar as eleições, seja qual for a data em que elas se realizem", respondeu.

Terça-feira, em Lisboa, onde se encontra até sexta-feira, Henrique Rosa afirmou que as presidenciais só deverão realizar-se em Abril ou Maio de 2005 e não em Março, como definiram, por consenso, os partidos políticos após o golpe de Estado de 14 de Setembro de 2003.

Segundo Henrique Rosa, de acordo com a Carta de Transição Política (que vigora paralelamente à Constituição até às presidenciais de 2005), a votação só poderá realizar-se um ano após a tomada de posse do parlamento, o que aconteceu em Abril deste ano.

O presidente guineense acrescentou que mesmo estas datas são apenas uma "possibilidade", uma vez que as autoridades de Bissau estão ainda a tentar obter fundos para a realização das eleições.


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