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  Cabo Verde
Governo promete medidas urgentes para responder a mau ano agrícola
- 1-Oct-2004 - 17:36


O governo de Cabo Verde assumiu hoje pela primeira vez a necessidade de dar uma "resposta urgente" aos problemas suscitados pelo mau ano agrícola no arquipélago.


Com a cultura do milho (principal produção agrícola do arquipélago) praticamente perdida, o governo aprovou hoje uma resolução em Conselho de Ministros para que seja efectuado pelos serviços do Ministério da Agricultura um "levantamento exaustivo" da situação.

João Baptista Pereira, secretário de Estado da Comunicação Social e porta-voz do Conselho de Ministros, disse, no final da reunião, que o governo vai avançar rapidamente com os "planos de emergência" que se revelarem necessários para acorrer às necessidades.

No entanto, admitiu o governante, "há problemas estruturais" no Orçamento Geral do Estado (OGE) de Cabo Verde que impedem uma resposta tão célere quanto desejada, "tendo em conta a escassez de recursos financeiros do país".

"Isto, porque o OGE não prevê quaisquer verbas para as situações de emergência, nomeadamente na área agrícola, como é o caso em apreço", disse Baptista Pereira.

Contudo, de acordo com o porta-voz, será dada "uma resposta no terreno", porque "há culturas que já estão totalmente perdidas", podendo a solução surgir através da ajuda externa.

"Para já estamos na fase de levantamento das necessidades, finda a qual será estimada a verba necessária para minimizar os danos e, posteriormente, avaliada a capacidade financeira do Estado e seguir- se-á a aplicação dos planos que forem elaborados", explicou Baptista Pereira.

A "grave situação" agrícola do país deve-se à quase total ausência de chuva durante os meses de Julho e Agosto, altura em que tradicionalmente os agricultores lançam as sementes à terra.

Neste momento, as situações mais graves registam-se nas ilhas de Santo Antão e Santiago, as de maior pendor agrícola das dez ilhas (nove habitadas) que integram o arquipélago de Cabo Verde.

A esmagadora maioria da população activa, cerca de dois terços de um total de aproximadamente 450 mil habitantes, trabalha no sector agrícola, que é reconhecidamente a sua área mais frágil tendo em conta a escassez de pluviosidade.

No entanto, a introdução de novas técnicas de rega e a mudança das culturas tradicionais para produções mais adequadas ao clima agreste do arquipélago, estão já há alguns anos a ser aplicadas no terreno com resultados considerados positivos, nomeadamente no sector da hortofruticultura.


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