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Jorge Sampaio defende aproximação entre Mercosul e UE
- 31-Dec-2002 - 21:51
O presidente português, Jorge Sampaio, afirmou hoje, após o encontro com o presidente Fernando Henrique Cardoso, ser fundamental que Brasil e Portugal contribuam para uma aproximação entre o Mercosul e a União Europeia.
O encontro no Palácio do Planalto, no último dia de Fernado Henrique na Presidência, foi, segundo Sampaio, "uma homenagem que quis fazer ao presidente brasileiro".
Sampaio disse que os oito anos de Fernando Henrique como presidente foram importantes para as relações entre os dois países, que "deixaram as retóricas de muitos séculos e reforçaram-se".
"Estou inteiramente de acordo com o presidente Lula da Silva e o primeiro-ministro português, Durão Barroso (que tiveram seu primeiro encontro nesta segunda-feira, em Brasília). Nós não precisamos de consolidar, mas avançar ainda mais as nossas relações", afirmou.
Sampaio elogiou a transição de Governo no Brasil, considerando- a "uma grande lição para o mundo e uma grande experiência para o país".
"Olhando para a história brasileira nestes últimos 50 anos, considero o mais importante a institucionalização e a consolidação da democracia e o funcionamento das instituições. São conquistas muitíssimo importantes que permitem agora todas as opções que os brasileiros entenderem", destacou.
O presidente português afirmou ainda que a expectativa em relação ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva é positiva.
Sampaio acredita que os investimentos portugueses no Brasil se possam ampliar e espera que haja também um aumento dos investimentos brasileiros em Portugal.
Sampaio evitou, no entanto, fazer comentários sobre o pedido do presidente Fernando Henrique ao Congresso para a retirada dos textos dos acordos de promoção e protecção de investimentos com seis países, entre eles Portugal.
O pedido, que chegou à Coordenação de Comissões Permanentes da Câmara dos Deputados no último dia 23, será encaminhado para o plenário após o recesso parlamentar.
Os tratados bilaterais de protecção de investimentos foram assinados com vários países no início dos anos 90, quando o contexto era de pós-impeachment do presidente Fernando Collor de Mello e instabilidade económica no Brasil. Mas não chegaram a vigorar por falta de ratificação pelo Congresso brasileiro.
Um estudo feito este ano por um grupo interministerial do actual governo considerou os acordos prejudiciais aos interesses brasileiros e recomendou a queda dos textos, parados há cerca de sete anos no Congresso.
No encontro de hoje, Sampaio e Cardoso fizeram um balanço geral sobre a situação do mundo, com enfoque para a questão do Iraque e para as relações bilaterais.
Discutiram também, de acordo com o presidente português, a necessidade de regular o movimento de capitais que tem produzido na globalização consequências difíceis para muitos países.
Sampaio convidou Fernando Henrique para ir a Portugal, como professor e sociológo, para fazer palestras sobre as perspectivas do novo cenário mundial.

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