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  Cabo Verde
«Situação não podevoltar à estaca zero», teme o secretário executivo da CPLP
- 7-Oct-2004 - 16:43


O secretário-executivo da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) disse hoje que a situação na Guiné-Bissau não pode voltar à estaca zero após a morte do Chefe de Estado Maior General das Forças Armadas (CEMGFA) no levantamento militar de quarta-feira.


Em declarações em Cabo Verde, Luís Fonseca adiantou, após uma reunião de cerca de uma hora e meia com o primeiro ministro cabo-verdiano, José Maria Neves, que "apesar da situação não poder voltar à estaca zero", como se nada tivesse acontecido, "é possível restabelecer a calma", embora "tenha de haver consequências".

No levantamento militar de quarta-feira em Bissau, alegadamente para exigir pagamento de salários e melhorias das condições no seio da instituição militar, foi morto o CEMGFA, Veríssimo Correia Seabra, e o porta-voz do exército e o chefe do departamento de Recursos Humanos do Estado-Maior das Forças Armadas, coronel Domingos Barros.

Seabra chefiou o golpe militar de 14 de Setembro de 2003, que levou à demissão do então presidente Kumba Ialá e no qual participaram 25 altas patentes das FA guineenses, incluindo Domingos Barros.

Questionado pela Lusa sobre um eventual pedido de apuramento de responsabilidades por parte da CPLP, Luís Fonseca afirmou que a organização não tem como função colocar exigências aos seus membros sobre questões internas, mas sublinhou que esse papel caberá às autoridades legítimas da Guiné-Bissau.


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