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  Cabo Verde
Governo e revoltosos assinam hoje memorando entendimento
- 8-Oct-2004 - 15:39


A revolta militar desencadeada quarta- feira na Guiné-Bissau poderá ser definitivamente ultrapassada ainda hoje com a assinatura de um "memorando de entendimento" entre revoltosos e o governo, afirmou o primeiro-ministro guineense.


Em breves declarações aos jornalistas, Carlos Gomes Júnior sublinhou que já há um acordo com o líder dos revoltosos, o major Baute Ianta Namon, um dos comandantes dos militares que estiveram na missão de paz de nove meses na Libéria, terminada em Maio último, e que o "memorando de entendimento" deverá ser rubricado ainda hoje à tarde.

Segundo Carlos Gomes Júnior, o governo comprometeu-se em pagar imediatamente "o que for possível" e calendarizará a forma de pagamento do restante, para o que necessita do apoio da comunidade internacional.

O líder da sublevação militar não falou ainda aos jornalistas e tudo quanto se sabe sobre o major Ianta Namon é que esteve na Libéria.

A falta de informação tem sido, aliás, uma constante em todo este processo, em que foram mortos o Chefe do Etado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA) guineense, general Veríssimo Correia Seabra, e do porta-voz do Estado-Maior, coronel Domingos Barros.

O presidente da Assembleia Nacional Popular (ANP, Parlamento), Francisco Benante, que estava ausente do país e que hoje regressou a Bissau, considerou que a morte de Veríssimo Seabra "é uma grande perda para o país".

"A morte do general Veríssimo Seabra, um combatente da liberdade da Pátria, é uma perda muito grande para o país. Contudo, é um ser humano, um oficial como os outros. Infelizmente é assim mesmo. Aqui, os combatentes não choram os seus companheiros que ficam pelo caminho", afirmou.

Benante, que já foi presidente do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC, no poder), lembrou que o país tem de encontrar uma forma para "por termo a essa prática".

"O povo tem de ser unido e acredito numa saída pacífica para a crise. Infelizmente, as situações de crises violentas são cíclicas na Guiné-Bissau. Mas temos sempre encontrado soluções para as ultrapassar", acrescentou.

Benante lamentou a perda de vidas humanas e, sem as quantificar, alegando desconhecer, manifestou-se animado por "não ser elevada".

Entretanto, a vida em Bissau continua normal, não há militares nas ruas e a população vive a sua vida normal, com o comércio a funcionar em pleno. Apenas o Banco da África Ocidental (BAO), o único privado no país, mantém desde quarta-feira as portas encerradas por uma questão de segurança, disse à Lusa o administrador daquela instituição, Luís Almeida.

Os postos de combustíveis, que estiveram quinta-feira encerrados, já reabriram, havendo uma corrida desenfreada às bombas para atestarem os depósitos das viaturas.

Quinta-feira, todos postos de combustível existentes em Bissau encerraram devido à instabilidade político-militar. Segundo explicaram à Lusa fontes da administração das principais empresas petrolíferas, a medida era "temporária".

A medida foi tomada, nalguns casos, acrescentaram as fontes, por recearem eventuais desacatos com os militares que andavam nas ruas de Bissau e que, depois de "confiscarem" em plena via pública automóveis a diversos condutores, "em nome da lei", acabam por encher as viaturas com combustível e fugiram sem pagar.

Nas ruas de Bissau, notou-se uma diminuição significativa na circulação automóvel, devido sobretudo ao "desaparecimento" de milhares de táxis que, no dia-a-dia, inundam a capital guineense.


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