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  Cabo Verde
Houve mais que dois mortos, desconhece-se quantos
- 9-Oct-2004 - 20:25


O ministro dos Negócios Estrangeiros português, António Monteiro, afirmou hoje que foram mortas mais pessoas do que as anunciadas durante o levantamento militar na Guiné- Bissau, mas afirmou desconhecer o número exacto de mortos.


"Foram divulgados dois nomes. Sabemos que foram mortos o Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas e o chefe dos serviços de recursos humanos. Sabemos que há mais mortos. Não tenho uma informação completa do seu número", disse António Monteiro numa conferência de imprensa em Lisboa.

"Espero que essas mortes não sejam em número que vá agravar ainda mais uma situação, que é já de si extremamente perigosa até para o futuro da Guiné", acrescentou o ministro, que noutro passo manifestou a "condenação absoluta" das mortes ocorridas não apenas pelo governo português como pela CPLP.

António Monteiro falava à imprensa após um encontro com os seus homólogos timorense, José Ramos Horta, representante especial da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) para a Guiné Bissau, e são-tomense, Ovídio Pequeno, que domingo de manhã partem para Bissau à frente de uma missão da organização destinada a mediar o conflito.

Questionado sobre que informações tem acerca do paradeiro dos chefes de Estado Maior dos três ramos das Forças Armadas guineenses, Monteiro afirmou que esse é "um assunto de que não gostaria de falar" por se tratar de "questões extremamente delicadas" que, a serem "faladas publicamente" numa altura em que há uma situação de instabilidade, "estão a pôr em risco vidas, embaixadas ou instituições".

O ministro português foi igualmente questionado sobre se a presença de meios militares portugueses - uma fragata e duas corvetas - ao largo de Cabo Verde se destina a uma eventual intervenção na Guiné-Bissau, hipótese que rejeitou.

"Temos já programados vários exercícios militares (à) e por isso temos alguns meios em deslocação no Atlântico sul. Mas isso não tem directamente a ver com a Guiné", afirmou.

Novamente questionado, António Monteiro admitiu, no entanto, que perante um agravamento da situação, nomeadamente o surgimento de "uma situação humanitária grave", esses meios poderão ser deslocados para a Guiné-Bissau.

"Naturalmente, temos planos alternativos (à) que implicam também países amigos. Mas tudo indica que não será necessário", disse.

Sobre a situação da comunidade portuguesa na Guiné-Bissau, António Monteiro informou que a preocupação do governo português se mantém "pela situação em si", que continua a ser de instabilidade, mas que as notícias de que dispõe "são tranquilizadoras".


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