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  Cabo Verde
Começou ataque à praga de gafanhoto do deserto com meios aéreos
- 18-Oct-2004 - 15:37


A praga de gafanhoto do deserto que há cerca de dois meses afecta algumas ilhas do arquipélago de Cabo Verde começou hoje a ser atacada com a dispersão aérea de pesticidas.


Graças à cooperação marroquina, o Ministério do Ambiente, Agricultura e Pescas (MAAP) de Cabo Verde tem disponíveis duas avionetas equipadas para a dispersão de pesticidas e cerca de 10 mil litros de produto para ser empregue naquilo que Rosa Rocha Fortes, técnica do MAAP, descreve como um problema cada vez mais agudo.

Ribeirão de Campo de Cão, concelho da Ribeira Grande, e Porto Novo, na ilha de Santo Antão, a mais agrícola do Barlavento cabo- verdiano, são, actualmente, as áreas mais afectadas pela praga de gafanhoto do deserto.

Alguns enxames destes insectos, que chegam a Cabo Verde vindos de países da costa da África Ocidental, nomeadamente Mauritânia e Senegal, percorrendo cerca de 600 quilómetros ajudados pelos ventos "favoráveis", começaram a aparecer no arquipélago há cerca de dois meses.

Segundo fonte do MAAP, a situação tem-se agravado nas duas últimas semanas, confrontando o ministério com "dificuldades de vária ordem" para debelar a praga.

No entanto, este cenário pode "sofrer uma inversão na luta que está a ser travada entre os técnicos do MAAP e os gafanhotos".

Com a chegada ao país de duas pequenas aeronaves para dispersar pesticidas, através do apoio do Reino de Marrocos, que respondeu a uma solicitação internacional feita pelo governo cabo-verdiano, o combate "vai, certamente, ser muito mais eficaz", prevê o MAAP.

Da lista de danos provocados na agricultura cabo-verdiana constam cerca de 200 hectares "seriamente afectados" de tomate, milho e feijão, entre outras culturas onde o impacto terá sido menor, como nas plantações de papaia, nas ilhas do Fogo, Santiago e Santo Antão, as mais afectadas.

Também preocupante é "a actividade de enxames mais pequenos e dispersos" que deixam prejuízos avultados, "mesmo que não produzam uma destruição total das culturas por onde passam", alerta o MAAP.

De acordo com Rosa Rocha Fortes, toda a ilha de Santo Antão permanece em situação de risco.

A evolução da situação vai depender, por um lado, da eficácia dos novos meios colocados à disposição dos técnicos, e, por outro, da chegada ou não de novos enxames provenientes da costa ocidental do continente africano.


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