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  Entrevista
«População está assustada, mas o governo tem o controlo situação»
- 18-Oct-2004 - 19:06


O primeiro-ministro guineense admitiu hoje que a população guineense está "assustada" com as recentes convulsões políticas e militares, mas garantiu que o governo está a tomar medidas para assegurar a ordem pública.


"Há inúmeros boatos e rumores que correm em Bissau. Por isso, temos o dever de proteger os cidadãos nacionais e estrangeiros", afirmou Carlos Gomes Júnior numa entrevista conjunta à RDPÁfrica e Agência Lusa.

Carlos Gomes Júnior referia-se às movimentações militares que ocorreram na noite de sábado para domingo em Bissau.

"Sob minha orientação, os ministérios do Interior e da Defesa arranjaram meios e puseram a polícia militar e algumas forças da ordem para controlar a cidade. Não estamos aqui no ®far-west¯. O estado tem de cumprir as suas obrigações e foi o que fizemos", afirmou.

Questionado sobre que tipo de informações o levaram a tomar tal decisão, o primeiro-ministro guineense não respondeu, limitando-se a indicar que a Guiné-Bissau está a atravessar uma fase "crítica", pelo que todos os cuidados são poucos.

"A população não está habituada. No nosso programa de governo está lá a protecção dos cidadãos. Não tínhamos meios no passado. Agora, estamos a pô-los ao serviço dos cidadãos. Houve vários ministérios que disponibilizaram viaturas para fazer esse patrulhamento", sustentou.

"Durante esta fase crítica, em que a população está assustada, entendemos que a Polícia Militar tem de controlar todos os bairros periféricos da cidade. Fala-se em muitos boatos e temos de fazer a prevenção para evitar assaltos e crimes", acrescentou.

O primeiro-ministro guineense lembrou que o governo criou há quase dez dias um "gabinete de crise", que está a acompanhar a situação 24 sobre 24 horas.

"Durante este período, e todos os dias, tenho de estar informado de toda a movimentação na Guiné-Bissau, não só em Bissau", referiu, sem contudo esclarecer se a situação fora da capital guineense, nomeadamente nos aquartelamentos militares do interior, está igualmente calma.

Na noite de sábado para domingo, circularam na capital vários veículos militares, mas a situação no Quartel- General das Forças Armadas estava calma, bem como nas residências do presidente Henrique Rosa e do primeiro- ministro Carlos Gomes Júnior.

Cerca das 23:30 locais de sábado (00:30 de domingo em Lisboa), começaram a circular na cidade inúmeros rumores e o pânico generalizado só não se instalou porque as ruas rapidamente ficaram vazias, encerradas que foram todos os locais de diversão nocturna.

Algum aparato militar era visível junto da residência do chefe de Estado guineense a partir das 02:00 locais de domingo, com a presença no local de alguns oficiais das Forças Armadas.

No entanto, cerca de meia hora mais tarde, a situação estava normalizada e a residência do presidente ficou apenas guardada pela sua segurança pessoal.

A disseminação dos boatos e rumores, segundo Carlos Gomes Júnior, tem motivações políticas, havendo, no seu entender, uma "clara intenção" de criar instabilidade.


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