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Entrevista
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Visita de primeiro-ministro a Portugal adiada uma semana
- 20-Oct-2004 - 18:27
A visita oficial que o primeiro- ministro da Guiné-Bissau devia efectuar a Portugal a partir da próxima segunda-feira foi adiada uma semana por razões de ordem logística", disse hoje à Agência Lusa o porta-voz do governo guineense.
Filomeno Lobo de Pina indicou que a visita oficial, a primeira que Carlos Gomes Júnior efectua a Portugal desde que foi empossado como primeiro-ministro, em Maio deste ano, começará a 01 de Novembro próximo, terminando dia 03.
No entanto, acrescentou, a deslocação, também oficial, de Carlos Gomes Júnior a França, a convite das autoridades de Paris, mantém-se para as datas previstas, começando a 27 deste mês e terminando dia 29.
Segunda-feira, numa entrevista conjunta à RDPÁfrica e à Lusa, o primeiro-ministro guineense indicou que estava "previsto" que a visita a Lisboa começasse na próxima segunda-feira, dia 25.
Na agenda da deslocação, Carlos Gomes Júnior indicou que uma prioridade é apelar ao investimento português na Guiné-Bissau e discutir o novo Programa Indicativo de Cooperação (PIC) para o triénio 2005/07, além de questões de natureza política e militar.
Nesse sentido, chegou terça-feira a Lisboa uma "missão técnica" guineense, para preparar os diferentes "dossiers" com os homólogos portugueses.
A visita esteve programada para uma altura em que o governo português era chefiado por Durão Barroso, tendo sido adiada na sequência da nomeação do então primeiro-ministro português para presidente da Comissão Europeia (CE).
Na entrevista, Carlos Gomes Júnior sublinhou que a visita a Portugal tem um "carácter fundamental" para a cooperação entre os dois países, pois vai ocorrer numa altura em que a Guiné-Bissau atravessa uma "perturbação" político-militar que está "quase" a terminar.
"Infelizmente, houve esta perturbação na Guiné-Bissau, mas a cooperação é sempre uma reciprocidade de vantagens. Neste momento, temos capacidade de abrir portas aos empresários portugueses e uma mais valia, que é a garantia da convertibilidade da moeda, que pode servir para entrar num mercado mais vasto na África Ocidental", sustentou.
Em Portugal, tal como em França, frisou Carlos Gomes Júnior, vai também ser analisada a preparação da "mesa-redonda" de doadores, prevista para 15 de Dezembro próximo em local ainda por fixar.

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