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  Cabo Verde
Líder dos PUSD dá prazo ao primeiro-ministro para retirar calúnias
- 29-Oct-2004 - 18:51


O líder do Partido Unido Social- Democrata (PUSD) guineense deu hoje um prazo de duas semanas ao primeiro-ministro para se retractar da responsabilização da oposição pela sublevação militar de 06 deste mês.


Numa conferência de imprensa, Francisco Fadul, que se deslocou a Portugal e Espanha entre 05 e 25 deste mês, ameaçou recorrer aos tribunais se Carlos Gomes Júnior não provar as acusações ou desmentir acusações "caluniosas".

O prazo expira a 12 de Novembro próximo e, até lá, sublinhou Fadul, o PUSD vai continuar a "repudiar veementemente" a forma "dolosa, enganadora, leviana e irresponsável" de fazer política por parte do também líder do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC).

Negando que o PUSD tenha tido qualquer envolvimento na sublevação militar e assegurando que foi "pura coincidência" ter deixado o país na véspera do motim, Fadul acusou Carlos Gomes Júnior de querer "inventar causas", imputando-as "à oposição política constitucional e ilegal".

No dia da sublevação, o primeiro-ministro guineense acusou "certos políticos da oposição" de estarem por trás da insubordinação militar, deixando implicitamente no ar a indicação de que pertenceriam ao Partido da Renovação Social (PRS), fundado por Kumba Ialá.

Carlos Gomes Júnior, que não negou as perguntas dos jornalistas sobre se estava a referir-se a dirigentes do PRS, limitou- se a indicar que houve "determinados políticos da oposição" que não souberam "engolir" a derrota nas eleições legislativas de Março deste ano.

Questionado sobre as nomeações das novas chefias militares das Forças Armadas guineenses, anunciadas quinta-feira pelo presidente guineense, Henrique Rosa, o líder do PUSD indicou que o seu partido se "congratula" com tal decisão, sobretudo por ter clarificado a cúpula militar e ter em conta uma vigência transitória.

"O PUSD congratula-se por (as nomeações) preencherem transitoriamente os efectivos do Estado-Maior General das Forças Armadas até à tomada de posse do próximo presidente da República, a ser eleito em 2005, restituindo, assim, a normalidade institucional às Forças Armadas", disse.

Fadul, contudo, não se pronunciou sobre os nomes que integram as novas chefias das Forças Armadas.

Defendeu, porém, a necessidade de se proceder a um inquérito "isento e rigoroso" às circunstâncias da sublevação e também às mortes do chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA) da Guiné- Bissau, general Veríssimo Correia Seabra, e do porta-voz das Forças Armadas, coronel Domingos de Barros.


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