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  Cabo Verde
PRS admite regresso de Kumba Ialá à liderança
- 1-Nov-2004 - 16:55


O Partido da Renovação Social (PRS) admitiu hoje que o seu líder histórico, Kumba Ialá, poderá regressar à liderança da maior força política da oposição na Guiné-Bissau.


Numa conferência de imprensa em Bissau, o líder da bancada parlamentar do PRS, Carlitos Barai, indicou que tal decisão passa por uma análise dos órgãos superiores do partido, mas também do próprio Kumba Ialá.

"Tudo depende dos órgãos do partido. Qualquer militante do PRS pode assumir a liderança do partido e Kumba Ialá é um militante como outro qualquer. Mas se pode ser (de novo) presidente depende dos órgãos do partido", sustentou.

Carlitos Barai não indicou para quando está prevista a realização de um novo congresso do PRS - o segundo e último foi em Janeiro de 2002 -, nem comentou se o partido está já a trabalhar no sentido de ver Kumba Ialá regressar à liderança.

Em 1991, logo após a liberalização política do país, Kumba Ialá abandonou o Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC, até então partido único) e fundou o PRS, força política que venceu as presidenciais e legislativas de 1999 e 2000.

O líder dos "renovadores" ascendeu a presidente das República em Março de 2000 e, por via disso, abandonou a chefia do PRS em meados de 2001, cargo que passou a ser ocupado, a partir do II Congresso do partido, por Alamara Nhassé.

Alamara Nhassé, contudo, abandonaria a liderança formal do PRS em Novembro de 2002, pouco depois de o governo que então chefiava ter sido demitido por Kumba Ialá, que dissolveu na mesma altura o Parlamento e criou um executivo de iniciativa presidencial.

Kumba Ialá, contudo, acabaria por ser destituído de presidente da República após o golpe de Estado de 14 de Setembro de 2003, tendo, desde então, sido remetido ao silêncio, ao mesmo tempo que as novas autoridades o impossibilitaram de efectuar qualquer actividade político-partidária até 2007.

No entanto, várias têm sido as movimentações internas num partido que tem uma liderança interina desde 2002, chefiada oficialmente por Alberto Nambeia, e cuja direcção funciona de forma colegial.

As recentes demissões de sete militantes do partido, um deles o próprio Alamara Nhassé e quatro outros membros do Conselho Nacional, foi, até agora, o ponto alto da crise, que foi hoje desvalorizada por Carlitos Barai.

"Qualquer cidadão consciente poder aderir ao PRS e qualquer militante consciente do PRS pode abandonar o partido", respondeu Carlitos Barai, quando confrontado pelos jornalistas sobre a recente onda de demissões.

Além de Alamara Nhassé, também uma das mais emblemáticas figuras do PRS, Filomena Mascarenhas Tipote, ex-ministra dos Negócios Estrangeiros e da Defesa, pediu a demissão do partido, alegando não poder continuar devido ao persistente clima de desorganização.

As demissões surgiram numa altura em que um jornal independente guineense, o Diário de Bissau, deu conta no fim da semana passada da existência de "certos elementos" do PRS que estão a trabalhar para "ilegitimar" a Carta de Transição Política (CTP), que impede, legalmente, Kumba Ialá de qualquer actividade político- partidária até 2007.

A ideia desses "trabalhos", segundo o jornal, que associa o PRS à sublevação militar de 06 de Outubro último, é facilitar a candidatura de Kumba Ialá às presidenciais de 2005 e reassumir o partido no próximo Conselho Nacional, cuja data é desconhecida.

Entre os nomes avançados pelo "Diário de Bissau" figuram os dos antigos primeiros-ministros Caetano Intchamá e Artur Sanhá, bem como altos dirigentes do PRS como José Manuel Gaspar Fernandes e Sola N'Quilin.


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