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  Cabo Verde
Instituto do Cinema compromete-se a apoiar cineastas guineenses
- 5-Nov-2004 - 15:02


O Instituto do Cinema, Audiovisual e Multimédia comprometeu-se hoje a apoiar cineastas guineenses, através de co-produções e formação, bem como ajudar na parte institucional, anunciou hoje o presidente do Instituto guineense de Cinema.


O compromisso decorre do acordo de cooperação hoje assinado entre os institutos Nacional de Cinema (ICN) guineense e de Cinema, Audiovisual e Multimédia (ICAM) português que, segundo Carlos Vaz, permite dar um "passo gigante" para o desenvolvimento da "sétima arte" na Guiné-Bissau.

"A Guiné-Bissau vai ganhar com a criação de uma rede de salas de cinema, no domínio da formação, através dos "workshops" que serão feitos em Bissau, com a vinda de técnicos portugueses que trabalharão em conjunto com guineenses", sublinhou o também actor Carlos Vaz.

Por outro lado, acrescentou, a Guiné-Bissau necessita de um enquadramento legal e institucional no sector, razão pela qual Portugal, através do ICAM, poderá ajudar a criar novas leis, como a Lei Nacional do Cinema.

"A legislação é assim a prioridade do INC, pois só se pode agir se houver legislação. Estamos num Estado de direito e não podemos agir de forma arbitrária.

O acordo de cooperação vai ser sem dúvida benéfico e é um passo gigante para a Guiné-Bissau", afirmou.

Na ocasião, o vice-presidente do ICAM, José Pedro Ribeiro, realçou a vontade de Portugal em querer cooperar com a Guiné-Bissau nos domínios do cinema, audiovisual e multimédia.

"Este acordo é o primeiro passo para que, agora, os cineastas e os artistas desenvolvam o seu trabalho uns com os outros, para que a população guineense comece a usufruir dos filmes que são produzidos entre Portugal e a Guiné-Bissau", sublinhou.

No âmbito deste protocolo, está prevista a doação de dois equipamentos digitais para outras tantas salas de cinema da Guiné- Bissau.

José Pedro Ribeiro salientou, em declarações feitas quinta- feira à Lusa, ser intenção do ICAM incentivar a produção cinematográfica da Guiné-Bissau, bem como apoiar a reconstrução das inúmeras e degradadas salas de cinema que existem no país.

José Pedro Ribeiro, que se encontra desde segunda-feira em Bissau acompanhado pela directora do departamento de produção do ICAM, Joaquina Franco, sublinhou que o protocolo se insere no quadro do Fundo Internacional de Co-Produção, que já permitiu assinar acordos idênticos com congéneres em Moçambique e Cabo Verde.

O acordo prevê também que o ICAM, que assinará em breve idêntico protocolo com Angola, dê apoio a acções de formação, em Bissau, bem como à realização anual de festivais de cinema em cada um dos cinco Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP).

Segundo José Pedro Ribeiro, o ICAM vai também envidar esforços junto da Cinemateca portuguesa para que sejam criadas condições para um projecto de conservação do acervo fílmico guineense.

Como "contrapartidas", indicou José Pedro Ribeiro, o INC facilitará a rodagem de películas no território guineense, bem como se compromete a exibir filmes de cineastas de países que têm o Português como língua oficial e também de Estados africanos.

O vice-presidente do ICAM indicou que se pretende que o Fundo Internacional de Co-Produção seja integrado por Portugal e pelos "Cinco" - Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe.

Extra protocolo, e já a nível dos respectivos ministérios da Cultura, o governo guineense ficou de apresentar um projecto de acordo de co-produção na área cinematográfica, pois a Guiné-Bissau é o único dos "Cinco" que "está de fora".

Trata-se do primeiro acordo cultural a nível de cinematografia que, em 30 anos de independência, a Guiné-Bissau assina com Portugal.


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