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  Cabo Verde
Angola quer ajuda de Portugal e Brasil para países pobres
- 9-Nov-2004 - 18:22


O responsável pela Formação de Quadros da Educação de Angola defendeu hoje que Portugal e o Brasil devem mobilizar recursos humanos e financeiros para melhorar a educação nos outros países da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).


"É preciso, por exemplo, que as empresas portuguesas e brasileiras instaladas em Angola sejam mobilizadas e associem aos seus programas sociais esse esforço de educação para todos", disse à Agência Lusa Justino Jerónimo, director-geral da Formação de Quadros da Educação de Angola, que representa o país na IV Reunião Mundial de Educação, a decorrer em Brasília até quarta-feira.

Segundo o representante do governo de Angola, esta é uma nova vertente do relançamento de sistemas educativos, sobretudo em relação à formação profissional.

"Se não temos as pessoas bem preparadas, elas serão excluídas do mundo do trabalho, porque não foram preparadas para a competitividade do mundo globalizado. Esta é uma das nossas maiores preocupações", afirmou.

Justino Jerónimo defendeu ainda que as experiências de Portugal e do Brasil que resultaram em melhorias na educação sejam aproveitadas o mais rapidamente possível pelos outros membros da CPLP - Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. "Não temos que reinventar a roda. Se houve experiências positivas, vamos adaptá-las ao nosso contexto e vamos utilizá-las", assinalou, lembrando que Portugal deu grandes passos em relação à educação nos últimos 15 anos.

O responsável para a Formação de Quadros da Educação de Angola disse ainda que a actual reforma do sistema educativo de seu país não passa apenas por um engajamento maior de recursos financeiros, mas por uma preocupação com a qualidade da educação.

Justino Jerónimo lembrou que muitos países da África Subsaariana investiram recursos financeiros significativos no sector nos anos 60 e 70, mas isso não foi suficiente para garantir a qualidade da educação.

"Portanto, é importante recorrermos às experiências positivas quer de Portugal quer do Brasil para que possamos alcançar uma mudança na qualidade da educação com os recursos disponíveis", afirmou.

A situação da Educação em Angola é semelhante à de Moçambique e da Guiné-Bissau, que surgem na "cauda" de uma tabela da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) que mede o progresso geral de 127 países rumo à "Educação para Todos".

No relatório da UNESCO divulgado nesta segunda-feira, Moçambique encontra-se em 121º lugar e Guiné-Bissau em 125º, apenas à frente do Níger e do Burkina Fasso.

Já Portugal está no grupo de países com alto índice de desenvolvimento da educação (34º lugar), enquanto o Brasil situa-se numa posição intermediária (72º), apresentando ainda problemas relacionados à falta de qualidade da Educação.

De acordo com a UNESCO, a ajuda internacional à educação básica está estimada actualmente em 1,5 mil milhões de dólares por ano (1,156 mil milhões de euros no câmbio actual) e deve aumentar em mais 2 mil milhões de dólares anuais (1,5 mil milhões de euros) ao longo dos próximos anos.

Mas esta cifra, segundo a organização, ainda está aquém dos estimados 5,6 mil milhões de dólares (4,3 mil milhões de euros) necessários para alcançar a educação primária universal até 2015, uma das metas assumidas no Fórum Mundial da Educação em Dacar, no Senegal, no ano de 2000.


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