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Diplomacia económica alarga rede de apoio ao investimento
- 6-Jan-2003 - 15:34
A integração das delegações do ICEP nas representações diplomáticas e consulares vai permitir um alargamento da rede de apoio aos investimentos portugueses, "sem gastar mais dinheiro", afirmou hoje o ministro da Economia.
Carlos Tavares falava aos jornalistas à saída do seminário de apresentação do novo modelo de diplomacia económica, que contou com a participação do primeiro-ministro, Durão Barroso, e do ministro dos Negócios Estrangeiros, António Martins da Cruz.
A integração das representações do ICEP no estrangeiro na rede diplomática, com a inclusão de um conselheiro comercial nas embaixadas e consulados, é um dos pontos do modelo, que pretende pôr os diplomatas a fazer a promoção externa da economia portuguesa.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros dispõe actualmente de uma rede composta por 67 embaixadas e 65 consulados, enquanto o ICEP tem 50 delegações no estrangeiro.
Com a presença de ambos no mesmo espaço físico resultarão "poupanças", embora nalguns casos, "seja necessário encontrar novos espaços", afirmou o ministro da Economia, que "desconhece ainda se será necessário" reduzir o número de trabalhadores do ICEP.
"Estamos agora a começar a implantar o modelo, que esperamos que produza resultados este ano", justificou o ministro.
Apesar de reconhecer as poupanças que resultarão da fusão das duas redes, o ministro da Economia acentuou a obtenção de uma "maior eficácia" no apoio aos investimentos portugueses estrangeiros e na captação de investimento para Portugal.
Para as empresas portuguesas, a articulação entre os ministérios da Economia e dos Negócios Estrangeiros poderá representar "o acesso, de forma estruturada, a informações sobre os países onde pretendem investir", defendeu o presidente da EDP, Francisco Sanchez, em declarações à Agência Lusa.
A EDP, uma das empresas portuguesas com maiores investimentos no estrangeiro, em particular no Brasil e em Espanha, "tem necessitado de contactos frequentes com as embaixadas, no que poderá agora ser acompanhada, de uma forma mais institucional", referiu aquele responsável.
Apesar de ter atingido alto um grau de internacionalização, antes da introdução do novo modelo, a EDP poderá agora "beneficiar de um apoio efectivo institucional, em vez de apoios casuísticos", disse ainda.
Para o presidente executivo da Galp Energia, António Mexia, a grande vantagem do novo modelo é a de concentrar todas as informações e apoios necessários às decisões de investimento das empresas, naquilo a que chamou "one stop shop".
Francisco Sanchez e António Mexia, para além dos presidentes da Caixa Geral de Depósitos, António de Sousa, da Logoplaste, Filipe de Botton, e da Portugal Telecom, Murteira Nabo, vão durante a tarde, falar das expectativas e necessidades das empresas, no plano da diplomacia.

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