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  Cabo Verde
Investimentos dos EUA dependem do clima de estabilidade
- 19-Nov-2004 - 12:35


Os Estados Unidos querem investir e cooperar com a Guiné-Bissau, mas tal só poderá acontecer depois de o país se tornar "politicamente estável", declarou o encarregado de negócios da embaixada norte-americana em Dacar.


Seiji Shiratori, cuja embaixada na capital senegalesa representa os interesses dos Estados Unidos no Senegal, Guiné-Bissau, Cabo Verde e Gâmbia, considerou que, sem estabilidade, "torna-se difícil" a um país investir noutro, e advertiu que é necessário proceder a uma reforma nas Forças Armadas guineenses.

"Queremos trazer investimento e maior cooperação, mas é difícil quando há problemas. Espero que o país possa arrancar para o desenvolvimento e que possa começar a reestruturar as Forças Armadas", afirmou Shiratori.

O diplomata norte-americano falava aos jornalistas no final da cerimónia de entrega de um donativo de material médico e hospitalar à maternidade do principal hospital de Bissau, o Simão Mendes, no valor de 140 mil dólares (107 mil euros).

A oferta foi feita pelo Comando Europeu das Forças Armadas dos Estados Unidos e insere-se no quadro do programa de assistência humanitária que mantém com vários países em desenvolvimento.

Camas, equipamento médico e medicamentos, bem como dois geradores e duas viaturas, constituem o grosso de donativo a um hospital cuja maternidade está na fase final de reabilitação e que tem contado também com a ajuda da cooperação portuguesa.

Shiratori, cujo donativo foi entregue à ministra da Saúde guineense, Odete Semedo, lembrou que a oferta só foi possível no quadro das boas relações existentes entre o Departamento de Estado norte-americano e as suas próprias Forças Armadas.

Nesse sentido, o diplomata norte-americano formulou o desejo que essas boas relações possam também existir entre os mesmos actores na Guiné-Bissau, "a bem da estabilidade do país".

Os Estados Unidos encerraram a sua embaixada em Bissau pouco depois do início do conflito militar de 1998/99, tendo mudado para Dacar.

Recentemente, o embaixador dos Estados Unidos em Dacar, Allan Roth, afirmou em Bissau que Washington só pensará em regressar eventualmente à Guiné-Bissau depois de terminado o período de transição, originado pelo golpe de Estado de 14 de Setembro de 2003.

A transição guineense terminará, oficialmente, com a realização das eleições presidenciais, previstas para Abril ou Maio de 2005, tendo já realizado as legislativas, que permitiram, em Março último, a eleição de um novo Parlamento e de um governo democraticamente eleito.


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