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  Cabo Verde
Governo reafirma intenção de criação de distrito financeiro internacional
- 24-Nov-2004 - 15:03


O primeiro-ministro de Cabo Verde reafirmou perante o Parlamento a intenção de avançar com a criação de um Distrito Financeiro Internacional localizado na capital do arquipélago, Cidade da Praia.


José Maria Neves, dirigindo-se aos parlamentares cabo- verdianos na terça-feira, inscreveu este projecto numa estratégia global de transformação do arquipélago numa Praça Financeira internacional que seja "referência" em África.

A localização física dessa circunscrição especial, a primeira do país, será na zona da Gambôa, um dos pontos mais nobres do litoral que bordeja a Cidade da Praia, na ilha de Santiago, e actualmente em fase de infra-estruturação.

Compreenderá, para além da citada faixa litoral, o ilhéu de Santa Maria, uma pequena extensão de terra sobranceira à capital cabo- verdiana, onde, apesar do interesse que sempre despertou, principalmente a empresários do turismo, nunca albergou qualquer construção.

Numa óptica complementar, anunciou ainda José Maria Neves, o Porto da Praia beneficiará de um projecto de reestruturação e modernização cujo financiamento, de 25 milhões de dólares, "já foi solicitado às autoridades dos Estados Unidos", no âmbito do Milenium Chalenge Account (MCA).

O chefe do executivo de Cabo Verde falava no parlamento, no final do debate da proposta de Orçamento de Estado (OE) para 2005, que viu aprovada na sequência de dois dias de um debate dominado por inúmeros confrontos verbais com a oposição.

Trinta e cinco milhões de contos cabo-verdianos (cerca de 32 milhões de euros) é o montante global que a proposta consagra para os investimentos e para as despesas da máquina administrativa do Estado, com o primeiro destes itens a consumir 16,5 milhões de contos.

O debate não foi pacífico, como aliás se esperava, quando faltam menos de dois meses para se entrar em ano pré-eleitoral no arquipélago, circunstância sobre a qual o principal partido da oposição construiu o seu discurso de rejeição da proposta de OE.

Para o deputado e presidente do Movimento para a Democracia (MpD), Agostinho Lopes, as políticas e os números apresentados pelo executivo são "irrealistas", uma vez que, na sua opinião, "as principais metas traçadas não são alcançáveis".

Já Ulisses Correia e Silva, antigo ministro das Finanças do MpD e concorrente à sucessão de Agostinho Lopes na liderança do partido, preferiu falar de "despedida", por considerar que a actual proposta de OE será a última do actual governo.

O deputado não se referia apenas à presente legislatura na medida em que, na sua opinião, o Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV), que sustenta o governo, "não tem a mínima possibilidade" de ganhar as eleições legislativas de 2006 no arquipélago.

Para contrariar tal convicção, o líder parlamentar do PAICV enumerou as perspectivas de consolidação da economia e de desenvolvimento social que a proposta "preconiza de forma clara" e que, no seu entender, estão "perfeitamente de acordo com as expectativas" dos cabo-verdianos.

A proposta de OE para 2005 foi aprovada com 37 votos a favor, de deputados do PAICV, e 24 contra, de deputados do MpD, do Partido do Trabalho e da Solidariedade (PTS) e do Partido da Convergência Democrática (PCD) estes dois últimos com um único assento cada, no parlamento cabo-verdiano.


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