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  Cabo Verde
Seguro automovel sobe 15 por cento e taxistas reclamam aumento
- 8-Jan-2003 - 15:46

As tarifas de táxi em Cabo Verde poderão aumentar, caso o governo dê aval a uma proposta nesse sentido, a ser feita brevemente pela associação dos industriais do ramo que operam na ilha de Santiago.

A proposta, em preparação, resulta do anúncio há poucos dias, pelo governo, do agravamento, em 15 por cento, do Seguro Obrigatório Automóvel (SOA), que passou a vigorar a partir de 1 de Janeiro.

De acordo com o presidente da Associação dos Industriais de Táxis de Santiago (AITS), o aumento do SOA foi "desproporcional e afecta de forma evidentemente negativa esse sector do transporte de passageiros".

Fabião Sousa Monteiro considera por isso inevitável o aumento das tarifas praticadas até agora, uma vez que, "sem isso, a indústria de táxis, que enfrenta outros graves problemas, não poderá sobreviver".

De entre os constrangimentos a que, segundo aquele responsável, o aumento vem juntar-se, destacam-se a "concorrência desleal feita pelos táxis clandestinos e pelos autocarros da Moura Company, que não respeitam as paragens e apanham passageiros em qualquer sítio".

Esta é uma situação a que, na opinião de Fabião Sousa Monteiro, as autoridades competentes "terão que por cobro", uma vez que está a "tornar-se incontrolável".

Outra questão salientada diz respeito aos preços praticados pelos "clandestinos", que são exorbitantes e abonam contra o bom nome dos operadores do sector.

Fabião Sousa Monteiro deu exemplos de viaturas dessa categoria "que chegam a cobrar 50 euros por uma corrida do aeroporto aos hotéis da zona da Prainha", distância pela qual raramente se paga mais de 3 euros.

Outra "concorrência desleal" com que os taxistas se vêm confrontando é a das viaturas de serviço especial, que actuam "sem nenhum critério e controlo, e a coberto de total impunidade".

Para fazer face à situação criada com o aumento do Seguro Obrigatório Automóvel, a AITS está a preparar uma proposta de agravamento das tarifas, que segundo o seu presidente, deverá ser apresentada ao governo até o próximo dia 15.

"Esperamos a maior compreensão da parte do governo, e acreditamos que não existe nenhuma razão para que a proposta não seja aceite, mesmo que com alterações", perspectivou Fabião Sousa Monteiro.

Existem várias formas de efectivar esse aumento, segundo o presidente da AITS, que adiantou que uma delas poderá ser "a manutenção dos actuais valores e a diminuição da bandeirada" que é a distância percorrida entre cada mudança dos valores marcados no taxímetro, e que actualmente é de 150 metros.

A última alteração das tarifas do serviço de táxis ocorreu em meados de 2001, quando sofreram um agravamento de 25 por cento em virtude do aumento dos preços dos combustíveis.

A AITS engloba o grosso dos industriais de táxis da ilha de Santiago, que são detentores de uma frota de 218 unidades, mais de 60 por cento do parque de táxis existentes em Cabo Verde.

Nas estimativas de Fabião Sousa Monteiro, o número de táxis clandestinos que operam em Santiago situa-se perto dos 180, representando uma "forte concorrência desleal em relação aos operadores legalmente estabelecidos".

O presidente da AITS adiantou que as autoridades têm conhecimento da situação, agravada pelo facto de muitos dos proprietários dos táxis clandestinos "serem pessoas de outros ramos de actividade que buscam ilegalmente suplementos para os seus rendimentos".

Fabião Sousa Monteiro acrescentou que o objectivo da associação é lutar contra estes "ilegais" e não contra os pais de família "que se dedicam a essa actividade por uma questão de sobrevivência e que, por qualquer razão, não conseguem uma licença de exploração de táxi".

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