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  Cabo Verde
«Votação em clima tranquilo e de normalidade», dizem os observadores
- 2-Dec-2004 - 16:11


Os observadores eleitorais da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e do Centro Carter elogiaram hoje "a votação ordeira" que caracterizou o segundo dia de ida às urnas em Maputo, para as terceiras eleições gerais moçambicanas.


Pouco antes do encerramento formal das urnas em todo o país (18:00 locais, 16:00 em Lisboa), a encarregada de negócios de Cabo Verde em Maputo, Custódia Lima, que integra a missão de observação da CPLP às eleições presidenciais e legislativas moçambicanas, disse à Agência Lusa que a sua equipa verificou com "satisfação o ambiente de ordem que caracterizou a votação em várias assembleias de voto em Maputo".

Custódia Lima lamentou, contudo, a fraca afluência do eleitorado aos locais de votação, ressalvando que em algumas assembleias de voto o número de eleitores que exercer o seu direito não alcançou os 10 por cento dos votantes inscritos.

Também o representante do Centro Carter em Moçambique, Nicolas Bravo, destacou a "normalidade" que marcou o segundo e último dia de votação na capital do país, lamentando igualmente a quase ausência dos eleitores das mesas de voto.

A missão de observação do Centro Carter às terceiras eleições gerais moçambicanas é dirigida pelo ex-presidente norte-americano, Jimmy Carter, que se encontra em Maputo, e é composta por 60 elementos.

Por seu turno, a Polícia da República de Moçambique (PRM) considerou hoje "tranquila e ordeira" o processo de votação em todo país, a pouco tempo do encerramento das urnas, caracterizado pela fraca afluência dos eleitores.

"De uma forma geral, o processo de votação foi tranquilo e ordeiro, pois a polícia pôde garantir a segurança pública em todo o país, que contou com a colaboração dos eleitores", disse à Lusa o director de Ordem e Segurança Pública, Custódio Zandamela.

"Apesar de no primeiro dia da votação a PRM ter registado um acidente de viação, que se saldou em 10 mortos e quatro feridos ligeiros, no distrito de Ile, (província da Zambézia, centro), o processo de votação correu sem sobressaltos", acrescentou Zandamela.

O director da Ordem e Segurança Pública disse ainda que a sua corporação efectuou "algumas detenções um pouco por todo o país ligadas com a tendência de campanha junto às assembleias de votos e apresentações de documentação falsa".

Cerca de oito mil agentes policiais foram destacados para cobrir os dias de votação junto das assembleias de voto e nove mil estiveram em actividades de patrulha, destacou Custódio Zandamela.


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