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Entrevista
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E de repente todos deitam faladura sobre a Lusofonia
- 9-Dec-2004 - 20:09
De Jorge Sampaio a Mota Amaral, as altas figuras de Portugal descobriram o que, há sete anos, andamos nós a fazer em prol dos que falam português
O presidente da República portuguesa parece ter descoberto a pólvora. Ou seja, descobriu agora que o “português é uma básica questão política", adiantando que "há causas e disponibilidade para causas, uma das quais é a defesa da língua portuguesa". Haja Deus! Há sete anos que dizemos isso. Por sua vez, o presidente da Assembleia da República, Mota Amaral, defende agora que Portugal deve assumir como prioridade a cooperação a todos os níveis com a Comunidade de Países de Língua Portuguesa. Francamente...
Por Jorge Castro
Porque quem manda em Portugal parece ter a memória curta, importa repor a verdade e dizer, sem meias palavras, que os políticos portugueses estão – nesta matéria – a demonstrar que querem tapar o sol com uma peneira.
Ainda pouco se falava de Lusofonia quando, em finais de 1996, decidimos criar, na Internet, um espaço privilegiado para a comunicação entre todos os falantes da língua de Camões independentemente do local de habitação. Sabíamos, à partida, que este era um espaço necessário e que ninguém decidira ainda cobrir.
Estávamos nos primórdios da Internet em Portugal. Devemos dizer, em abono da verdade, que as reacções de apoio e incentivo e o volume de visitantes excedeu em muito as nossas expectativas iniciais. Nós, ao contrário de outros, temos memória.
Mercê do apoio moral dos nossos visitantes e sempre atentos às suas aspirações, Portugal em Linha foi desenvolvendo novas secções e novos serviços.
Mas faltava ainda algo que, mesmo noutros serviços ou jornais existentes, ainda não estava concretizado: Um espaço de notícias para toda a Comunidade Lusófona.
Sempre partimos do princípio de que todos temos interesse em saber o que se passa de relevante nos outros países irmãos ou, estando fora do nosso país, queremos saber o que por lá vai acontecendo. Assim pensamos há muito tempo, senhores presidentes da República e Assembleia da República.
Assim, em Outubro de 1997, nascia o Notícias Lusófonas. Desde essa data publicamos, primeiro mensalmente, depois quinzenalmente e, por fim - sempre respondendo às solicitações dos leitores - semanalmente, uma súmula de notícias acerca do que ia acontecendo um pouco por todas as Comunidades Lusófonas.
Não foi um trabalho fácil e teve algumas interrupções. Mas sempre foi feito com um sentimento da prestação de um serviço público (sem qualquer tipo de apoio oficial) que era necessário e que não existia.
Mentiríamos se disséssemos que nunca tivemos apoios. Tivemos. Dos muitos milhares de leitores e amigos que sempre nos incentivaram com palavras de apreço e de estímulo. Sempre foram eles que nos deram o alento para continuar mesmo quando o desânimo pela falta de apoios "mais materiais" sobre nós se abatia.
Com o passar dos anos outros serviços, seguindo um pouco a nossa linha, foram aparecendo e alguns também desaparecendo.
Sempre com os nossos meios e animados da nossa velha paixão pela Lusofonia, resolvemos renovar o Notícias Lusófonas e fazer - uma vez mais - o que não existe em toda a Comunidade Lusófona: um jornal (digno desse nome) online com notícias dos vários países lusófonos e das comunidades lusófonas espalhadas pelo mundo, com actualização dinâmica e diária, contendo ainda entrevistas e artigos de opinião.
Senhores presidentes da República de Portugal e da Assembleia da República: os números valem o que valem, mas nos dois últimos anos (altura em que o Notícias Lusófonas passou para o formato de jornal online) tivemos 973.633 visitas únicas e 15.694.356 visualizações.
Será suficiente?

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