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  Cabo Verde
Kumba Ialá regressa sexta-feira à política activa
- 14-Dec-2004 - 19:16


Dez meses após a sua última aparição pública perante a imprensa, o ex-presidente guineense Kumba Ialá vai regressar na próxima sexta-feira à política activa, num encontro com um grupo de anciãos da vila de Ingoré (norte).


Segundo um comunicado da Comissão de Juventude do Partido da Renovação Social, afecta ao maior partido da oposição guineense e próxima de Kumba Ialá, a reunião decorrerá na "residência privada" do presidente deposto, no Bairro Internacional, em Bissau.

Kumba Ialá, um dos fundadores do Partido da Renovação Social (PRS), criado em 1992, foi destituído do cargo de Presidente da República no golpe de Estado de 14 de Setembro de 2003.

Desde então remeteu-se ao silêncio, embora em Fevereiro deste ano, a mês e meio das eleições legislativas, tenha aproveitado um encontro pedido pela Liga Guineense dos Direitos Humanos (LGDH) para anunciar o regresso à vida política activa.

Impedido de participar em quaisquer actividades políticas até 2007, nos termos da renúncia que assinou a 16 de Setembro de 2003, Kumba Ialá ainda surgiu fugazmente na campanha eleitoral do PRS em vários comícios do partido antes das legislativas.

No entanto, o então governo de transição, apoiado por uma resolução do Conselho Nacional de Transição (CNT), advertiu-o e obrigou-o a remeter-se novamente ao silêncio, mas já depois de Kumba Ialá ter dito que o seu regresso à política activa era uma "bomba atómica" para a Guiné-Bissau.

Desde Março que Kumba Ialá desapareceu do "mapa político" guineense, embora tanto o Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) como as restantes forças da oposição tenham denunciado, pontualmente, algumas "actividades menos lícitas" do ex- presidente.

No entanto, a segunda maior força política da oposição, Partido Unido Social-Democrata (PUSD), de Francisco Fadul, anunciou publicamente em Novembro último que não vê qualquer problema numa fusão com o PRS.

Na ocasião, Fadul indicou que vai ser candidato às eleições presidenciais de 2005, cuja data está ainda por fixar, mas condicionou a sua candidatura a uma outra, a avançar pelo PRS, não pondo de lado que possa ser a de Kumba Ialá.

Por outro lado, os órgãos de comunicação social guineenses e estrangeiros têm tentado obter entrevistas de Kumba Ialá, mas esbarram sempre na intransigência dos poderes político e militar, que alegam que o antigo presidente está impedido de falar à imprensa.

O "ressurgimento" das actividades políticas de Kumba Ialá ocorre numa altura em que a Assembleia Nacional Popular (ANP) está a ultimar uma nova Lei da Amnistia, que permitirá "absolver" todos os implicados em golpes de Estado ou insubordinações militares desde 14 de Novembro de 1980.

Neste dia, a Guiné-Bissau viveu o seu primeiro golpe de Estado, quando o regime de Luís Cabral foi derrubado por um grupo de militares, liderado por aquele que se tornaria o presidente da Guiné- Bissau entre 1980 e 1998, João Bernardo "Nino" Vieira.

Desde 1980, a Guiné-Bissau já passou por quase uma dezena de convulsões político-militares, a última delas registada a 06 de Outubro último.

Hoje, fonte do PRS, que solicitou o anonimato, desvalorizou à Lusa a decisão de Kumba Ialá de tornar público o encontro com os anciãos de Ingoré.

Questionada sobre se este poderá ser o primeiro passo para o regresso à vida política activa de Kumba Ialá, a fonte admitiu que sim, mas negou que o antigo presidente esteja já a posicionar-se para as eleições presidenciais de 2005, cuja data está ainda por fixar.

Uma vez aprovada uma nova Lei da Amnistia, Kumba Ialá poderá apresentar-se na corrida às presidenciais, o mesmo sucedendo com "Nino" Vieira.


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