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Guineenses na diáspora debatem futuro do país em Bissau
- 16-Dec-2004 - 18:53


Os guineenses radicados fora do país, agrupados na associação "Guineáspora" reúnem-se em Bissau a partir de sexta-feira no II encontro mundial do género, na presença de mais de 200 pessoas de diversas proveniências.


Para este fórum, subordinado ao tema "Guineenses em Reencontro Rumo ao Desenvolvimento", a "Guineáspora", fundada em Portugal, trouxe pessoas que vivem ou trabalham em países como Portugal, de onde vem a grande maioria, Espanha, Estados Unidos, Brasil, Reino Unido, Senegal e Cabo Verde.

Entre os guineenses radicados ou a trabalhar fora do país e que vieram até Bissau para o fórum destacam-se o economista Paulo Gomes, um dos directores executivos do Banco Mundial (BM), e o sociólogo Carlos Lopes, actualmente representante do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil.

Ainda entre outros quadros guineenses no exterior, estarão presentes Carlos Cardoso, investigador social na Universidade Sheik Anta Diop, de Dacar (Senegal), e a advogada Carmelita Pires, radicada em Portugal.

Segundo a organização, durante o fórum, que decorre até dia 21, serão debatidos os principais problemas que se colocam à Guiné- Bissau e que têm entravado o processo de desenvolvimento do país.

Pretende-se também trazer a debate os motivos que fazem com que o país esteja permanentemente em conflito interno, originando crises cíclicas.

Por isso, a organização agendou para a discussão temas tão diversos tais como "As Vicissitudes versus a Importância do Papel das Elites Nacionais na Formação Societal Guineense e no Desenvolvimento", "Os Condicionantes e Determinantes Histórico-Sociológicos" e "Os Desafios do Desenvolvimento da Guiné-Bissau".

As questões relacionadas com a integração da economia guineense nos espaços regionais, sub-regionais e globais e as problemáticas do ambiente, saúde e educação são também temas em destaque.

A cerimónia do arranque do fórum, prevista para as 17:00 (mesma hora em Lisboa) nas instalações da Universidade Amílcar Cabral, em Bissau, será presidida pelo chefe do Estado guineense, Henrique Rosa.

A primeira reunião da "Guineáspora" decorreu de 20 a 24 de Setembro de 2003 em Lisboa.


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