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  Cabo Verde
Cipriano Cassamá não acata suspensão actividades partidárias
- 14-Jan-2005 - 16:54


O líder da bancada parlamentar do PAIGC, Cipriano Cassamá, afirmou hoje que não vai acatar a suspensão de todas as actividades partidárias decidida quinta-feira pelo presidente do partido no poder na Guiné-Bissau, Carlos Gomes Júnior.


Numa conferência de imprensa, realizada na sede da Assembleia Nacional Popular (ANP, Parlamento), Cipriano Cassamá considerou "ilegal" a decisão do líder do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), acusando-o de não ter competências para o suspender e de desconhecer os estatutos.

Em despacho entregue quinta-feira pessoalmente à Agência Lusa, Carlos Gomes Júnior, igualmente o actual primeiro-ministro guineense, suspendeu Cipriano Cassamá de todas as actividades no partido enquanto decorrer um inquérito disciplinar que lhe instaurou.

"Estamos perante um desconhecimento total aos estatutos do partido por parte do presidente do PAIGC, quando invoca o artigo 38 para decretar a minha suspensão. É uma aberração esta atitude do senhor presidente do PAIGC", defendeu.

Cipriano Cassamá afirma que não acatará a decisão de Carlos Gomes Júnior e que irá manter-se como líder do grupo parlamentar, militante e dirigente do PAIGC, partido pelo qual disse ter sempre lutado contra "interesses estranhos e atitudes ilegais".

"Sou deputado e, devido à minha abnegação em prol da causa do partido, os meus camaradas decidiram eleger-me líder do grupo parlamentar. Por isso, não vou acatar nenhuma suspensão ilegal", avisou Cipriano Cassamá.

Questionado pelos jornalistas qual a sua versão em relação aos motivos que ditaram a sua suspensão pelo presidente do PAIGC, Cipriano Cassamá escusou-se a entrar em pormenores, limitando-se a afirmar que o assunto está a ser tratado "nos órgãos internos".

No despacho que ordena a imediata suspensão de Cipriano Cassamá, o líder do PAIGC justifica a sua decisão com "atitudes perturbadoras" do líder do grupo parlamentar numa reunião da Comissão Permanente do "Bureau" Político, realizada quarta-feira na sede do partido, em Bissau.

No entanto, Cipriano Cassamá pede a Carlos Gomes Júnior que utilize "o bom senso e muita ponderação" para resolver este "caso", que disse poder afectar o bom funcionamento do governo e a própria Guiné-Bissau.

Instado pela Lusa a comentar os "desencontros de pontos de vista" verificados aquando da visita que ambos fizeram a Portugal, em fins de Dezembro último, sobre um eventual regresso do antigo presidente João Bernardo "Nino" Vieira a Bissau, Cipriano Cassamá limitou-se a remeter o jornalista para o líder do partido.

Em Lisboa e em declarações separadas, os dois dirigentes do PAIGC defenderam posições antagónicas em relação ao posicionamento do partido nas presidenciais previstas para Maio próximo.

Cipriano Cassamá referiu-se a um hipotético regresso de "Nino Vieira", enquanto Carlos Gomes Júnior falou na possibilidade de ele próprio se candidatar.

"Essa pergunta deve ser colocada ao senhor presidente do PAIGC", respondeu hoje Cipriano Cassamá, ao ser questionado pela Lusa se esta questão não constitui a razão do clima de mal-estar que reina entre os dois dirigentes do partido no poder na Guiné-Bissau.

Quinta-feira, Carlos Gomes Júnior prometeu para hoje uma declaração sobre a questão, mas, até agora, nada disse. A Lusa tem estado a tentar contactá-lo, mas o líder do PAIGC e também primeiro- ministro tem estado incontactável.


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