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  Cabo Verde
Milhares assinalam 32º aniversário da morte de Amilcar Cabral
- 20-Jan-2005 - 15:29


Milhares de populares celebraram hoje na Guiné-Bissau o Dia dos Heróis Nacionais, feriado que assinala também o aniversário da morte do "pai" das independências de Cabo Verde e Guiné-Bissau, Amílcar Cabral.


O acto central decorreu na Fortaleza da Amura, em Bissau, onde se encontra o Mausoléu de Amílcar Cabral, assassinado em circunstâncias ainda por esclarecer a 20 de Janeiro de 1973 na capital da vizinha Guiné-Conacri.

Na ocasião, foram depositadas várias coroas de flores no mausoléu, uma delas deixada por Carlos Gomes Júnior, primeiro-ministro e líder do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), de que Amílcar Cabral foi co-fundador.

A efeméride é assinalada hoje em todo o país com várias iniciativas de índole político, cultural e recreativo, havendo ordens para que os membros do governo se desloquem às capitais das oito regiões administrativas guineenses para participarem nas celebrações.

Várias universidades de Bissau, como a "Amílcar Cabral" e "Colinas do Boé" estão a organizar vários colóquios e debates sobre a vida e obra do homem que liderou o PAIGC à vitória na guerra de independência, mas que nunca chegou a vê-la, pois foi assassinado oito meses antes.

Ao longo dos próximos cinco dias, a Guiné-Bissau vai estar em festa, pois, além do Dia dos Heróis Nacionais, celebra-se sexta-feira o "Ide Al Kibir", a "Grande Festa" muçulmana mais conhecida na África Ocidental por "Tabaski", e, no domingo, o Dia das Forças Armadas.

Esta última celebração, que calha este ano a um domingo, prolonga-se por segunda-feira, uma vez que, tal como no vizinho Senegal, os feriados ao fim-de-semana celebram-se sempre um dia antes ou um depois.

O Ide Al Kibir assinala o sacrifício que o profeta Abraão se preparava para fazer, propondo-se degolar o filho primogénito, Ismael, para demonstrar a sua devoção a Deus.

Segundo textos do Antigo Testamento, no exacto momento em que Abraão se preparava para cortar a garganta ao filho, Deus enviou-lhe, por intermédio do arcanjo (Gabriel) um carneiro, que o profeta degolou pensando tratar-se de Ismael.

Este dia é normalmente celebrado com uma grande reza nas mesquitas do país, com os fiéis a concentrarem-se, tradicionalmente, defronte da Câmara Municipal de Bissau, onde prosseguem as preces.

Na "Grande Festa", todos os muçulmanos adultos e que tenham posses cumprem o ritual do sacrifício de um carneiro, cuja carne é depois distribuída por todos os elementos da família e vizinhança.

Na Guiné-Bissau, país maioritariamente de religião muçulmana, o comércio fecha e Bissau é uma cidade praticamente "adormecida".

Durante todo o dia há comes e bebes em casa de qualquer muçulmano que se preze, por vezes seguido de um pé de dança.

À noite, os mais novos acabam a festa numa discoteca ao som da música moderna, ou em festas afro-mandingas, em que se ouvem artistas tão diversos como Mory Kanté (Guiné- Conacri), Sambalá Kanuté (Guiné-Bissau), Youssou Ndour (Senegal), Daliba Coyaté (Gâmbia) e Salif Keita (Mali).

No final, todos se despedem com votos de Salam Malaykun ("que a paz esteja convosco") até ao próximo Ide (Festa).

Quanto ao Dia das Forças Armadas, assinala a data em que se deu início à luta de libertação do jugo colonial português - 23 de Janeiro de 1963.


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