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  Cabo Verde
Protocolo com PALOP cria medicina internacional de língua portuguesa
- 29-Jan-2005 - 15:10


O bastonário cessante da Ordem dos Médicos, Germano de Sousa, presidiu hoje à assinatura de um protocolo entre países lusófonos para criação, a nível internacional, de "uma medicina de língua portuguesa".


Pouco antes de dar posse ao seu sucessor, Germano de Sousa presidiu à cerimónia de assinatura de um protocolo de cooperação entre a Ordem dos Médicos (OM) portuguesa e as suas congéneres de Angola, de Cabo Verde e de São Tomé e Príncipe, as associações médicas Brasileira e de Moçambique e o Conselho Federal de Medicina.

Este protocolo visa "reforçar os laços de amizade entre os diferentes povos e prosseguir uma política comum no domínio científico e profissional".

Para tal, o acordo passa pela constituição de uma Associação denominada "Comunidade Médica dos Países de Língua Oficial Portuguesa.

Em declarações aos jornalistas, Germano de Sousa considerou que "cada vez mais é necessário que os médicos de língua portuguesa possam a nível internacional ter uma voz", já que actualmente "só se fala inglês a nível científico".

Por isso, é fundamental "criar a capacidade de nos entendermos cientificamente em português", defendeu, sublinhando a necessidade da ajuda mútua, de proteger os doentes de todos os países, porque são "pessoas com os mesmos vínculos históricos, culturais, e com a mesma língua".

"Este é um passo importante para não sermos 130 mil médicos, mas 300 mil médicos em língua portuguesa", salientou, destacando a importância da partilha de experiências diferentes, como é o caso da medicina tropical.

Entre as várias medidas previstas no protocolo, destacam-se a realização e participação em colóquios, a participação na criação de centros de ensino, a participação em trabalhos relacionados com ética profissional, a colaboração em programas de formação ou a divulgação do conjunto de trabalhos que resultem do protocolo.

Germano de Sousa, que fez deste o seu último acto público enquanto bastonário da OM, considerou assim que fechava "o mandato com chave de ouro".


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