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  Cabo Verde
Mini mesa-redonda de Lisboa tem importância capital, diz o primeiro-ministro
- 1-Feb-2005 - 18:28


O primeiro-ministro guineense afirmou hoje que a mini mesa-redonda de doadores, prevista para 11 deste mês em Lisboa, é vital para a Guiné-Bissau, pois é necessário colmatar os défices do Programa de Gestão Económica de Emergência e orçamental.


Carlos Gomes Júnior, que falava aos jornalistas momentos após chegar a Bissau de uma deslocação a França, Cuba e Portugal, realçou o empenho do governo português em encontrar uma solução para o programa, totalmente descapitalizado, e para o défice orçamental.

"A reunião tem uma importância capital para a Guiné-Bissau. A mesa redonda foi adiada para depois das eleições presidenciais (previstas para Maio próximo) e o país precisa de ter apoio imediato dos seus parceiros para a execução, no mínimo, do programa", afirmou Carlos Gomes Júnior.

Segundo o primeiro-ministro guineense, outro dos problemas é o défice orçamental, estimado em 42.000 milhões de francos CFA (64,3 milhões de euros), razão pela qual a reunião de Lisboa "tem ainda maior importância".

Questionado pela Agência Lusa sobre a possibilidade de a reunião ser adiada, Carlos Gomes Júnior indicou que "tudo está a ser feito", quer por Lisboa quer por Bissau, para que tal não aconteça.

"Antes de apanhar o avião (de Lisboa para Bissau), estive com o ministro dos Negócios Estrangeiros português, António Monteiro, que, sendo uma personalidade ímpar e pragmática, procura sempre encontrar soluções para todos os problemas", afirmou.

"(António Monteiro, que acabara de chegar de Bruxelas) é um grande amigo da Guiné-Bissau. Tivemos uma curta reunião no aeroporto e tudo está a ser feito para que, a partir de 11 ou 12 deste mês, possa haver uma mini mesa-redonda de doadores em Lisboa", acrescentou.

Carlos Gomes Júnior sublinhou, por outro lado, que a reunião de Lisboa poderá transformar-se numa mesa-redonda mais ampla, pois há a hipótese de ser alargada aos principais doadores e à União Europeia (UE), o principal parceiro multilateral da Guiné-Bissau.

"Essa reunião terá de ter resultados positivos para o país.

Será uma mini mesa-redonda ou então uma reunião com os principais doadores da Guiné-Bissau, entre eles a União Europeia", afirmou Carlos Gomes Júnior, que chegou ao aeroporto de Bissau cerca das 01:50 locais (mesma hora em Lisboa).

Questionado sobre a remodelação governamental por si anunciada a 18 de Dezembro de 2004 e ainda por concretizar, o chefe do executivo de Bissau foi evasivo, limitando-se a responder ao jornalista que lhe dirigiu a pergunta que irá "convidá-lo" para o próximo governo.

Sobre a data das eleições, ainda por fixar, Carlos Gomes Júnior defendeu que a Carta de Transição Política (CTP), a mini- Constituição que regula este período e que terminará assim que o novo chefe de Estádio for eleito, é clara e que tem de ser respeitada.

No entanto, apesar da vigência da Carta, assinada após o golpe de Estado de Setembro de 2003, avisou que a Guiné-Bissau é um país "carente" e que pode ter "alguns condicionalismos".

"Respeitamos a legalidade. Acabei de chegar e ainda não reuni nem com o partido (Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde - PAIGC, de que é líder e actualmente no poder) nem com o governo.

Oportunamente falaremos", afirmou.

"No entanto, a Carta diz claramente o que se deve fazer. Mas a Guiné-Bissau é um país carente e pode ter os seus condicionalismos em função disso mesmo. Através do diálogo, os dirigentes dos partidos deverão sentar-se à mesa e tomar a decisão acertada", defendeu.

Sobre as suas visitas de trabalho, a França, e oficial, a Cuba, Carlos Gomes Júnior considerou-as positivas, uma vez que permitiram estabelecer contactos internacionais, explicar o actual momento político e assinar acordos de cooperação.

Prevista estava uma deslocação, também oficial, à Venezuela, mas acabou por não se concretizar, uma vez que não houve ligações aéreas entre Havana e Caracas a tempo de regressar hoje a Bissau.

No entanto, Carlos Gomes Júnior adiantou à Lusa que foram feitos os contactos e que, em breve, fará uma visita oficial àquele país da América Central, membro da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e com quem a Guiné-Bissau deseja dar início às relações de cooperação e comerciais.

Com Carlos Gomes Júnior chegou também o presidente do Parlamento guineense, Francisco Benante, que participou, no Brasil, na IV Reunião do Fórum dos Parlamentos de Língua Portuguesa (FPLP).


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