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  Cabo Verde
«Futuro do país na economia globalizada está garantido», diz o primeiro-ministro
- 1-Feb-2005 - 18:42


O primeiro-ministro de Cabo Verde, José Maria Neves, disse hoje que, ao assumir o cargo, encontrou o país "encalhado", mas "agora" está preparado para a "largada definitiva" rumo ao desenvolvimento.


Numa conferência de imprensa em que apresentou o balanço dos quatro anos de legislatura, o primeiro-ministro cabo-verdiano recorreu a uma metáfora da navegação marítima, que iria marcar toda a conversa com os jornalistas, para comparar Cabo Verde a um navio em plena navegação, depois de ter sido encontrado há quatro anos "a meter água por todo o lado, sem rumo e sem perspectivas de futuro".

José Maria Neves, que sucedeu a duas legislaturas daquele que é actualmente o maior partido da oposição, o Movimento para a Democracia (MpD), disse, já com os olhos postos nas legislativas de Fevereiro ou Março de 2006, que o futuro de Cabo Verde depende daquilo que for feito na primeira década do século XXI.

E, para justificar a "largada positiva" que prometeu no início dos quatro anos de governação do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV), o primeiro-ministro declarou-se "muito feliz" com o trabalho feito, sublinhando que as áreas económica e social foram as que mais contribuíram para a dita felicidade.

Para José Maria Neves, Cabo Verde é hoje um dos países "mais atractivos do mundo" para o investimento externo, avançando com perspectivas de "mais de 200 milhões de euros" a serem investidos em 2005, "fruto do trabalho desenvolvido".

O primeiro-ministro sublinhou a importância das reformas do Estado aplicadas pelo seu executivo no âmbito das melhorias sociais "visíveis" e no desenvolvimento económico do arquipélago.

A título de exemplo referiu o novo código penal, a criação do Tribunal Constitucional e do Provedor de Justiça, as casas do cidadão, a aplicação de mecanismos de arbitragem e mediação e ainda, nos 12 pontos enumerados, o surgimento de cinco novos municípios.

A estratégia nacional de luta contra a pobreza, os planos de luta contra o HIV/SIDA, de solidariedade com a diáspora mais empobrecida e de reintegração de expatriados, são outros "exemplos de sucesso" apontados por José Maria Neves.

"Por tudo isto - assegurou -, o país enfrenta agora um crescimento robusto e de qualidade", que disse abranger todas as nove ilhas habitadas, "sem qualquer tipo de exclusão", porque "governar Cabo Verde é uma questão eminentemente moral".

Como trunfos para a "largada do barco", Neves apontou ainda como fundamentais a integração de Cabo Verde no programa norte- americano "Desafios do Milénio", onde, em três anos, o país vai beneficiar de cerca de 60 milhões de euros, e ainda o bom porto a que está a chegar o esforço da diplomacia das ilhas quanto à obtenção de um estatuto especial na União Europeia.

José Maria Neves afirmou mesmo, a propósito da aproximação à Europa, que "os contactos são essencialmente de bastidores", mas estão num bom plano com países como Portugal, França, Espanha ou Alemanha, e que a adesão a esta ideia "é já muito grande". Assegurou ainda que não só a União Europeia, mas também a China e os Estados Unidos da América ou Angola, são âncoras fundamentais para o futuro do país.


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