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  Cabo Verde
Armando Guebuza empossado presidente, promete cumprir promessas
- 2-Feb-2005 - 15:05


Armando Emílio Guebuza, 62 anos, foi hoje empossado terceiro Presidente da República de Moçambique, numa cerimónia realizada em Maputo e à qual assistiram representantes de 70 países, entre os quais o Presidente português, Jorge Sampaio.


A cerimónia de investidura do mandato de cinco anos iniciou-se pelas 09:00 (07:00 em Lisboa) na Praça da Independência, no centro da capital moçambicana, tendo durado cerca de três horas e contado com uma significativa participação popular, apesar do intenso calor e do forte sol de Verão.

No seu discurso, o novo Presidente prometeu não defraudar as expectativas que afirmou ter gerado durante a sua campanha eleitoral e que o conduziu a uma das maiores vitórias de uma candidatura da FRELIMO em eleições democráticas.

"Como força de mudança queremos imprimir um ritmo mais acelerado à marcha rumo a um futuro melhor. A promoção do bem-estar não tem limites e o nosso combate contra a pobreza também não deve ter tréguas", afirmou o novo presidente.

O apoio ao desenvolvimento rural, medidas de promoção da mulher e da juventude e incentivos ao empresariado nacional foram destacados por Guebuza como parte do combate à pobreza absoluta em Moçambique.

O chefe de Estado moçambicano prometeu igualmente moralizar a administração pública, exigindo-lhe o cumprimento da lei e "maior respeito pelos cidadãos", e reforçar o combate ao crime no país.

"A paixão dos moçambicanos pela paz enforma a sua paixão pela democracia", disse Guebuza.

"É nossa expectativa que os partidos da oposição e seus líderes saberão assumir-se como importantes parceiros neste processo de consolidação da paz, de aprofundamento da democracia e do Estado de Direito que estamos a construir", acrescentou o novo presidente, numa cerimónia marcada pela ausência do maior partido da oposição moçambicana, RENAMO, e do seu presidente, Afonso Dhlakama.

O líder da RENAMO e candidato presidencial derrotado justificou previamente a ausência com o argumento da eleição de Dezembro ter sido "viciada", uma acusação não partilhada pelos observadores eleitorais nacionais e internacionais, que consideraram que as irregularidades detectadas não colocaram em causa a vitória de Guebuza e da FRELIMO.

Armando Guebuza obteve 63,7 por dos votos nas presidenciais, contra 31,7 por cento de Afonso Dhlakama que, pela terceira vez consecutiva, viu derrotada a sua candidatura ao palácio da Ponta Vermelha.

Apesar de ameaças iniciais de boicote generalizado, o líder da RENAMO já anunciou a sua disponibilidade para participar no novo Conselho de Estado, tendo os 90 deputados eleitos pela RENAMO - União Eleitoral assumido os seus lugares no parlamento.

Armando Guebuza anunciou que nos próximos dias anunciará a composição do novo governo.

Jorge Sampaio e o seus homólogos sul-africano, Thabo Mbeki, e do Zimbabué, Robert Mugabe, ocuparam a primeira fila da tribuna dos convidados estrangeiros, onde se encontravam igualmente os presidentes de Cabo Verde, Pedro Pires, e de S. Tomé e Príncipe, Fradique de Menezes, assim como os primeiros-ministros de Angola, Fernando Dias dos Santos "Nandó", e de Timor-Leste, Mari Alkatiri, entre dezenas de outros dirigentes.

"Somos hoje um país em paz, estável, em pleno e franco processo de crescimento e desenvolvimento", considerou o chefe de Estado cessante, Joaquim Chissano, que abandonou funções após 18 anos no cargo.

"Parto convicto de que as iniciativas de persecução da paz no nosso solo pátrio se multiplicarão", acrescentou Joaquim Chissano, antes de condecorar o seu sucessor com a Ordem da Paz, no que constituiu o seu último acto oficial.

Antes dos discursos, foram proferidas breves orações por representantes religiosos católicos, cristãos e muçulmanos.

Samora Machel (1975-86) e Joaquim Chissano (1986-2005) foram os anteriores presidentes de Moçambique, que se tornou independente de Portugal em 1975.


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