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  Cabo Verde
Governo cabo-verdiano negoceia criação de empresa com petrolíferas
- 7-Feb-2005 - 19:23


O governo cabo-verdiano está em negociações com petrolíferas para a criação da Companhia Logística de Combustíveis de Cabo Verde (CLCC), que visa a importação, armazenamento e distribuição de combustíveis entre as ilhas do arquipélago.


A criação da empresa foi recomendada por um estudo feito em 2002, com financiamento do Banco Mundial (BM), que visava analisar o impacto da subida dos preços do petróleo na economia do arquipélago e apontar as melhores formas de os minimizar.

Não sendo possível controlar os factores que determinam a alta desses preços no mercado internacional, o estudo recomendou a necessidade de melhorar o sistema de importação, reservas e distribuição dos combustíveis utilizados no país.

Face a este estudo, o governo cabo-verdiano está a negociar, desde então, a criação da CLCC, em parceria com as petrolíferas Shell e Enacol.

A futura Companhia Logística de Combustíveis de Cabo Verde deverá ter como accionistas de referência aquelas duas petrolíferas, com uma posição de 45 por cento, enquanto os restantes 10 por cento ficaram na posse do Estado de Cabo Verde.

Segundo o director-geral da Indústria e Energia de Cabo Verde, a criação da empresa "justifica-se plenamente" pelo facto de ter havido, nos últimos anos, uma "acentuada deslocalização do consumo", passando a ilha de Santiago, onde se situa a capital (Cidade da Praia), com cerca de 110 mil dos 450 mil habitantes do país, a ser o principal mercado.

"Ao longo de décadas, todo o armazenamento esteve concentrado nas ilhas de São Vicente e Sal, mas temos actualmente uma situação completamente diferente, uma vez que Santiago passou a consumir cerca de 65 por cento do combustível que importamos", referiu Abraão Lopes.

O director-geral referiu que este aumento do consumo deve- se ao facto de a ilha de Santiago ter passado a ser o principal pólo demográfico do país, com mais de metade da população.

Assim, tornou-se necessário "fazer corresponder às necessidades de consumo infra-estruturas de armazenamento adequadas" em Santiago, uma vez que "todo o combustível importado é armazenado em São Vicente e Sal e daí transportado para as outras ilhas, com elevados custos adicionais", explicou.

Outro objectivo da empresa, segundo Abraão Lopes, é "encurtar o circuito dos produtos para se evitaram operações e intermediações desnecessárias", o que "diminuirá substancialmente" os preços dos combustíveis ao consumidor.

Por outro lado, a CLCC irá fazer com que os mecanismos de fixação dos preços passem a ser "automaticamente accionados" em função do mercado internacional, apontou o director-geral, para quem isso será "mais um elemento de transparência" para o sector.

Segundo Abraão Lopes, outro objectivo tem a ver com a eliminação dos subsídios, pelo Estado, aos preços internos dos combustíveis, deixando essa prática de "constituir um peso insustentável" no Orçamento de Estado, que, só em 2002, absorveu mais de 110 milhões de euros pagos às empresas petrolíferas.

O director-geral da Indústria e Energia adiantou que, após a sua criação, a CLCC conta fazer "investimentos avultados", que calculou em mais de 300 milhões de euros, na criação de infra- estruturas de armazenamento de combustíveis em Santiago e em São Vicente.


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