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  Cabo Verde
Maioria dos pequenos partidos quer votação em Novembro
- 16-Feb-2005 - 18:17


A maioria dos pequenos partidos da oposição guineense aconselhou hoje o presidente da Guiné-Bissau a marcar a data das eleições presidências apenas depois de reunidas todas as condições, apontando o mês de Novembro como a altura ideal.


A recomendação surge no âmbito das audiências que o chefe de Estado guineense, Henrique Rosa, começou hoje a conceder aos partidos políticos sem representação parlamentar antes de marcar a data das presidenciais.

Segundo a Carta de Transição Politica (CTP, mini-Constituição que funciona em paralelo com a Lei Magna), as presidenciais deveriam ter lugar, o mais tardar, até 07 de Maio próximo.

Terça-feira, à saída de uma audiência com o chefe de Estado, o próprio primeiro-ministro, Carlos Gomes Júnior, indicou que as eleições deveriam decorrer "antes da época das chuvas", que começa em Junho e se prolonga até Outubro.

Hoje, na audiência com o presidente guineense, os partidos do Progresso (PP) e Democrático Guineense (PDG), a União dos Patriotas Guineenses (UPG) e o Movimento Democrático Guineense (MDG) foram unânimes em aconselhar Henrique Rosa a marcar a data de ida às urnas para Novembro.

A necessidade de um trabalho "limpo e seguro" em termos do recenseamento eleitoral e a escassez de tempo, tendo em conta a época das chuvas, foram alguns dos condicionalismos apontados por estes partidos - dos 28 legalizados no país - para marcar o escrutínio para Novembro.

Em declarações aos jornalistas à saída da audiência, a presidente da recém criada UPG, Francisca Vaz Turpin, conhecida no país por "Zinha" Vaz, considerou que, para já, não estão reunidas as condições mínimas para realizar a votação.

"É preciso que seja feito um trabalho com calma e que dê segurança a toda a gente em termos de resultados. Não há que ter pressas", sublinhou, "Zinha" Vaz, destacada ex-dirigente da Resistência da Guiné-Bissau (RGB) e da Plataforma Unida, das quais saiu para fundar a sua própria força política em finais de 2004.

Ibraima Sow, líder do PP, disse aos jornalistas que, tal como havia feito aquando das eleições legislativas de Março de 2004, defendeu que o país não está preparado para ir a votos.

Por seu lado, o líder do MDG, Silvestre Alves, também alinhou pelo mesmo diapasão, embora tenha chamado a atenção para a necessidade de fazer "ajustes" na CTP, através de uma adenda que consubstanciará a alteração dos prazos estabelecidos para o fim da transição.

"Com a boa vontade dos homens políticos deste país, as coisas podem arranjar-se. Mas é preciso dar ao senhor presidente da República toda a certeza de que vai marcar uma data que, mais tarde, não estará na contingência de alterar", frisou.

O Partido da Reconciliação Nacional (PRN), do ex-primeiro- ministro Alamara Nhassé, pela voz do seu representante na audiência com o chefe de Estado, Benjamim Lourenço Dias, foi o único que indicou que a sua força política prefere ver as eleições realizadas dentro do prazo legal previsto pela CTP.

Ainda sem entrar para a audiência com Henrique Rosa, o presidente do Partido da Unidade Nacional (PUN), Idrissa Djaló, adiantou à Lusa que vai dizer chefe de Estado que as eleições só devem ter lugar "quanto estiverem reunidas todas as condições".

O presidente guineense deverá prosseguir com as audiências quinta- feira de manhã, interrompendo-as à tarde, altura em que seguirá para Banjul, para as cerimónias oficiais do 40º aniversário da independência da Gambia.

As audiências com os chamados "partidos grandes", nomeadamente o Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC, no poder), Partido da Renovação Social (PRS) e o Partido Unido Social- Democrata (PUSD) deverão decorrer no próximo fim-de-semana, após o regresso de Henrique Rosa ao país.


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