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em Moçambique

- 21-Feb-2005 - 16:38

Armando Guebuza e a FRELIMO venceram, como se esperava, as eleições em Moçambique. Aliás, em regra, os partidos que estão no Poder e os seus candidatos, só fazem eleições porque a isso são obrigados pela comunidade internacional e só as perdem se forem burros (veja-se também o caso de Angola).


Pouco importa, como referiu o chefe da missão de observação da União Europeia, que tenham havido \"diversas e graves irregularidades\".



Talvez agora possamos ver (citando Guebuza) o novo Presidente da República e o partido que está no Governo desde a independência (em 1975) construir nos próximos anos “10 ou 20 vezes mais infra-estruturas, como escolas e hospitais, do que em 500 anos de colonialismo\".



Armando Guebuza prometeu, oficializada (como se isso fosse preciso!) que foi a sua vitória, assumir as suas funções com \"responsabilidade e sentido de Estado, dignificando o veredicto popular\".



Será que um político que diz as barbaridades que Guebuza diz, sabe o que é sentido de Estado? Ou será que, como reconhece o seu apoiante Mia Couto, o colonialismo “não só se naturalizou moçambicano, como passou a ser co-gerido numa parceria entre ex-colonizadores e ex-colonizados”?



Já agora, recorde-se a Armando Guebuza (e também a José Eduardo dos Santos) que dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), relativos ao Índice de Desenvolvimento Humano revelam que, entre 177 países analisados, 46 dos 53 países africanos estão abaixo da 100ª posição.



E, ainda, que entre os últimos lugares estão a Guiné-Bissau (172), Moçambique (171) e Angola (166). Cabo Verde tem a melhor posição dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), em 105º lugar, seguido de São Tomé e Príncipe (123).



E enquanto assim for, e será por muito tempo – infelizmente, a culpa será sempre da colonização portuguesa.



orlando@orlandopressroom.com




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