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MPLA ultrapassa apatia da UNITA
- 21-Feb-2005 - 16:43
O Notícias Lusófonas noticiou que o MPLA está a reforçar a aposta na captação de todos os angolanos, realçando por outro lado a apatia da UNITA que terá esquecido os seus quadros que vivem no estrangeiro, nomeadamente em Portugal. Curiosamente, o texto é transcrito pelo site Angonotícias que cita o Jornal de Angola que, por sua vez, não cita nem o autor nem o local da publicação. Também por aqui se pode aquilatar de como vão as coisas na banda de Eduardo dos Santos. A excepção é o blogue “pululu.blogspot.com” onde, aliás, Lobitino Almeida N\'gola traz algum importante valor acrescentado ao assunto.
“Alguns são quadros bem colocados e com vontade inequívoca de voltar a Terra-Mãe e, que, em determinado período, foram os que mais deram a cara pela defesa dos interesses do Galo Negro fora do País não deixando morrer – e bastas vezes, financeiramente suportando – o partido da Kwacha”, escreve Lobitino Almeida N\'gola, perguntando : “Não será altura dos dirigentes “kwachanos” começarem a se lembrarem que os angolanos rivalizam como os portugueses na disseminação planetária?”
Ainda segundo o autor, a matéria é relevante “principalmente quando se prevêm para breve (?) eleições no País. E que alguns fizeram o tirocínio em Lisboa, ou será que já se esqueceram? E depois surpreendemo-nos quando vemos notícias (em regra fortemente criticadas e asperamente comentadas) em que fulano, beltrano ou sicrano bem assim mais uns quantos transitaram e assinaram um cartão com as cores do MPLA”.
Ponto assente é, para mim, que de facto e de jure a UNITA está (pelo menos) a passar ao lado dos angolanos que tiveram de refazer a vida fora do seu País mas que, diga-se, continuam a ser simpatizantes do Galo Negro.
Importa, com conhecimento de causa, dizer que é verdade que muitos deles, para além de apoios materiais à UNITA, arriascaram muito (seja a nível pessoal, profissional ou outros) ao assumirem publicamente a causa do Galo Negro.
Não creio que a maioria queira tachos. Apenas quer dar a Angola – se possível via UNITA – o contributo de que o país necessita e que se enquadra na sua experiência pessoal e profissional.
É pena que Isaías Samakuva não o perceba. Ao contrário de Eduardo dos Santos.
orlando@orlandopressroom.com

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