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  Cabo Verde
Crioulo será língua de ensino e da administração ainda em 2005
- 21-Feb-2005 - 17:57


O ministro da Cultura de Cabo Verde anunciou hoje que o governo vai atribuir ao crioulo o estatuto de "língua do ensino e da administração", num processo que se prevê ficar concluído ainda este ano..


Manuel Veiga fez o anúncio numa declaração à imprensa para assinalar a passagem do Dia Internacional da Língua Materna, instituído pela UNESCO, acrescentando que esse é um dos "grandes objectivos imediatos" do departamento governamental que dirige.

O ministro perspectivou que, até à atribuição desse estatuto ao crioulo, em paridade com o português, há "muito trabalho a fazer", mas defendeu que, para fazer avançar o processo, devem ser tomadas "medidas graduais de afirmação da língua cabo-verdiana".

O ministro garantiu que isso "não se fará em oposição mas em complementaridade" com o português, uma vez que, na sua opinião, a língua lusa é um "património valioso" dos cabo- verdianos que dela necessitam para os seus contactos com o mundo.

É que, segundo Manuel Veiga, a opção de Cabo Verde nessa matéria será "sempre e em definitivo", o bilinguismo, pelo que o português e o crioulo andarão "sempre a par um do outro e sem que qualquer das línguas se sobreponha à outra.

O governante considerou que a oficialização do crioulo é um "processo em andamento" para cuja efectivação será necessária uma revisão da Constituição, que "apenas exorta" o Estado a criar as condições para isso.

Manuel Veiga explicou que isso não será possível no imediato, uma vez que a Constituição cabo-verdiana não pode ser revista até 10 meses antes da realização de qualquer eleição, estando as próximas legislativas previstas para princípios de 2006.

Aproveitando a ocasião proporcionada pelo Dia Internacional da Língua Materna, o ministro apelou a sociedade cabo-verdiana, incluindo os partidos políticos que aprovarão, no parlamento, a oficialização do crioulo, a envolverem-se "activamente" no processo.

Para Manuel Veiga, se é isso que os cabo-verdianos realmente querem, devem avançar "sem subterfúgios e sem se refugiarem à sombra dos preconceitos", ao mesmo tempo que devem estar "preparados para assumirem os custos" de tal opção.


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