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  Cabo Verde
«País tem grande potencial, mas precisa de paz e estabilidade»
- 22-Feb-2005 - 15:32


A Guiné-Bissau tem um "grande potencial" económico, mas necessita de paz e estabilidade para melhorar a "ainda difícil situação de crise" económica, afirmou hoje em Bissau um director do Banco Mundial (BM).


Segundo o director de Operações do Banco Mundial para Cabo Verde, Gâmbia, Guiné-Bissau e Senegal, o senegalês Madani Tall, grande parte desse potencial tem de ser desenvolvido pela própria Guiné- Bissau, com o apoio dos parceiros internacionais.

"A situação económica é difícil, mas esperamos que com estabilidade política e paz, e ainda com o apoio que os doadores estão a dar, a situação possa melhorar. A Guiné-Bissau tem um grande potencial e temos é de garantir que seja concretizado", afirmou Madani Tall.

Este responsável do BM falava aos jornalistas momentos após uma audiência com o presidente guineense, Henrique Rosa, que recebeu uma delegação do BM chegada hoje a Bissau para uma curta visita de trabalho de oito horas.

A delegação é chefiada pelo director-executivo do BM, o economista chinês Shengman Zhang, que, aos jornalistas, sublinhou ter tido com Henrique Rosa um encontro "construtivo e interessante", que permitiu inteirar-se do actual momento político do país e do andamento do processo eleitoral.

No entanto, Zhang não avançou pormenores sobre o encontro, nomeadamente referentes a um eventual adiamento das eleições presidenciais, previstas inicialmente para Maio deste ano mas que, devido a atrasos no recenseamento eleitoral, poderão ser realizadas depois de Setembro, na altura em que termina a época das chuvas.

O director-executivo do Banco Mundial também se escusou a comentar o facto de o eventual adiamento das presidenciais guineenses poder ter reflexos no apoio da comunidade internacional ao país, uma vez que esta faz depender a realização de uma mesa-redonda de doadores da realização da votação.

A mesa-redonda esteve inicialmente pensada para Novembro de 2004, mas foi adiada devido à sublevação militar de 06 de Outubro do mesmo ano. Posteriormente, as autoridades guineenses tentaram marcá-la para o primeiro trimestre deste ano, mas foi adiada para o último trimestre deste ano e só depois de realizadas as presidenciais.

Sobre os projectos do Banco Mundial na Guiné-Bissau, Zhang reconfirmou a intenção da organização em continuar a acompanhar a evolução da situação na Guiné-Bissau, sublinhando que a instituição financeira internacional tem vários projectos em curso no país.

"Temos vários projectos na Guiné-Bissau e estamos a apoiar o governo a desenvolver do sector privado, saúde, infra-estruturas e a ajudar a gerir o fundo económico de emergência", sublinhou Zhang.

Por seu turno, Madani Tall sublinhou que, para o futuro, o Banco Mundial necessita saber o que o governo guineense pretende e pode fazer para reabilitar infra-estruturas básicas, como electricidade, água, estradas e ruas em Bissau.

"Vamos também apoiar o governo no desenvolvimento das áreas rurais, porque é onde a pobreza é maior. Temos, por isso, um programa abrangente, mas só funcionará e será viável e produtivo se houver estabilidade política e paz. Foi essa uma das mensagens chave que o director-geral do Banco Mundial transmitiu às autoridades guineenses", concluiu Tall.

Logo após ter chegado a Bissau, a delegação do BM reuniu-se com o ministro da Economia e Finanças guineense, João Fadiah, e, depois, com o primeiro-ministro Carlos Gomes Júnior.

Antes de deixar a Guiné-Bissau, a delegação do Banco Mundial visita a instalações dos diferentes projectos que a instituição apoia, nomeadamente as ligadas ao sector privado.

Segunda-feira, em declarações à Agência Lusa, João Fadiah manifestou-se convicto de que a visita de mais um alto responsável do Banco Mundial a Bissau representa um passo "muito importante" para que a Guiné-Bissau recupere da crise económica que atravessa.

Na ocasião, Fadiah lembrou que, em Janeiro último, esteve em Bissau o vice-presidente do BM, Gobind Nankani, o que permitiu "acertar agulhas" quanto à eventualidade de a instituição aumentar a sua ajuda financeira ao país.


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