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  Cabo Verde
Embrapa vai reforçar cooperação com países de língua portuguesa
- 22-Feb-2005 - 17:54


A Empresa Brasileira de Pesquisa e Agropecuária (Embrapa) vai reforçar a cooperação com os países menos desenvolvidos de língua portuguesa para impulsionar o desenvolvimento rural, afirmou à Lusa o novo presidente da instituição.


Segundo Sílvio Crestana, a Embrapa está a estabelecer uma agenda para os países africanos de língua oficial portuguesa (Palop) e para Timor-Leste que inclui transferência de tecnologias, consultoria e formação.

"Há uma política ousada do governo brasileiro de cooperação na área internacional com África, especialmente com os países de língua portuguesa, (à) e nós estamos a orientar a nossa competência, discutindo, inclusive, sobre os recursos humanos que temos disponíveis e sobre recursos financeiros para viabilizar esta agenda", assinalou.

Actualmente, a Embrapa tem projectos de cooperação técnica em Angola, Moçambique, São Tomé e Príncipe e em Timor-Leste.

Ainda este ano, a instituição deverá iniciar programas também na Guiné-Bissau, nomeadamente para a cultura do arroz, e em Cabo Verde.

Em Moçambique, a Embrapa vai abrir um escritório no primeiro semestre deste ano com o objectivo de estimular o desenvolvimento agrícola da região de Moatize, servindo igualmente de base para intercâmbios com outros países africanos.

Esse projecto conta com um financiamento inicial de 500 mil dólares (380 mil euros) da Companhia Vale do Rio Doce, que ganhou, no ano passado, um concurso público para a exploração das minas de carvão de Moatize, no Vale do Rio Zambeze.

"As actividades são muitas para Moçambique. Junto com o Ministério da Agricultura de Moçambique, iremos, inclusive, elaborar grandes projectos de sustentabilidade que serão submetidos a agentes financiadores internacionais", informou à Lusa o coordenador de cooperação bilateral da Embrapa, Sotto Pacheco Costa.

Outros objectivos da nova directoria da Embrapa são aumentar os investimentos em pesquisa e desenvolvimento, internacionalizar cada vez mais a instituição e consolidar a posição de liderança mundial do negócio agrícola e em tecnologias tropicais.

Uma das propostas é a criação de um Laboratório Virtual da Embrapa no Exterior (Labex) na Ásia, além dos que já existem nos Estados Unidos, França e Holanda.

A Embrapa vai também assinar um acordo com o Banco Interamericano de Desenvolvimentno (BID) que prevê o financiamento de 60 milhões de dólares (46 milhões de euros) para pesquisa nos próximos cinco anos.

O financiamento internacional é uma forma de compensar a escassez de recursos públicos para o sector.

"Os países desenvolvidos estão a investir por ano 2,5 a três por cento do seu Produto Interno Bruto em pesquisa e desenvolvimento. O Brasil investe apenas 0,87 por cento. São 5,7 mil milhões de dólares de investimentos brasileiros na área contra 205 mil milhões de dólares nos Estados Unidos, por exemplo", alertou o presidente da Embrapa.

Segundo Sílvio Crestana, a meta é que os investimentos em pesquisa no Brasil cheguem a dois por cento do PIB em até sete anos.


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