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  Cabo Verde
«Militar que quiser fazer política entrega a farda», avisa CEMGFA
- 25-Feb-2005 - 18:55


O chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas CEMGFA) da Guiné-Bissau garantiu hoje que não tolerará quaisquer interferências dos políticos nas casernas, nem dos militares nos partidos, apelando à comunidade internacional para confiar no Exército guineense.


Numa intervenção crítica para com "mentes que querem confundir os soldados" guineenses, que não especificou, o general Baptista Tagmé Na Waie sublinhou que não vai admitir que as Forças Armadas da Guiné-Bissau continuem divididas em três grupos.

O CEMGFA, que discursava por ocasião do início da campanha de sensibilização sobre a reconciliação e reintegração nas Forças Armadas, deixou claro que a unidade do exército é "irreversível", numa alusão às alegadas divisões entre as FA actuais e elementos ainda ligados a "Nino" Vieira e a Ansumane Mané.

"Quando se ouve dizer que não há tranquilidade na Guiné-Bissau é porque se sabe que as Forças Armadas estão dividias em três grupos. A comunidade internacional não confia nas FA e com razão. Nós é que temos de fazer que volte a confiar no país", afirmou o general guineense.

Tagmé Na Waie referiu-se também às relações entre políticos e militares, avisando que não tolerará quaisquer interferências nos quartéis nem de militares nas sedes partidárias.

"Vamos ser claros para com os nossos militares: quem for visto na sede de um partido político deve entregar imediatamente a sua farda e vai para casa fazer política com esse partido, se assim o quiser", avisou o CEMGFA guineense, aplaudido por centenas de soldados presentes.

Tagmé Na Waie sublinhou, por outro lado, que a reforma em curso nas Forças Armadas, em que a reconciliação é a palavra de ordem, tem por finalidade a unidade de todos os irmãos guineenses, "para que o mundo perceba que as Forças Armadas vão respeitar o poder político".

"Queremos dizer aos partidos políticos da Guiné- Bissau, cujos elementos são nossos familiares - irmãos, sobrinhos, tios -, que nos deixem fazer o nosso trabalho militar nos quartéis. Que cada um vá organizar o seu partido na sua sede. Para nós, os militares, as nossas sedes são os quartéis e os nossos militares são os nossos militantes", referiu.

Por isso, acrescentou, as Forças Armadas estão "apostadas" em devolver a paz e tranquilidade ao país, "pois o povo merece-as e merece também um exército como os de outros países do mundo".

"Queremos umas Forças Armadas republicanas, conscientes das nossas responsabilidades para dar continuidade à obra do nosso saudoso líder Amílcar Cabral ("pai" das independências da Guiné e Cabo Verde)", sublinhou.

"Apelamos à comunidade internacional para que tenha confiança nas Forças Armadas da Guiné-Bissau. Estamos a fazer por isso. Apelamos também ao povo da Guiné-Bissau que tenha confiança em nós, que nos ajude e nos dê conselhos para o caminho da paz", acrescentou.

Tagmé Na Waie anunciou, por outro lado, a criação de uma comissão, de 14 membros, que vai percorrer todas as unidades militares do país para divulgar esta mensagem integrada na campanha de sensibilização para a reconciliação e reintegração dos militares nas Forças Armadas.

A comissão, que terá de apresentar um relatório no prazo de 25 dias, é liderada pelo major-general Buota Na MÈBatcha, antigo "número dois" das tropas fiéis a Ansumane Mané, e que desempenha actualmente as funções de conselheiro principal do CEMGFA.


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