| Pesquisar |
|
|
| Notícias |
»
»
»
»
»
»
»
»
»
»
|
 |
| Canais |
»
»
»
»
»
»
»
»
»
|
 |
Siga-nos no
Receba as nossas Notícias

Quer colocar as Notícias Lusófonas no seu site?
Click Aqui |
|
| Serviços |
»
»
»
»
»
|
|
|
| |
Conversas
no
Café Luso |
|
|
|
|
|
Alto Hama
|
|
Imprensa livre talvez um dia
- 26-Feb-2005 - 20:06
A propósito da pergunta “há isenção na comunicação social angolana?”, feita por Eugénio Costa Almeida num artigo publicado no Angonotícias e oportunamente reproduzido pelo Notícias Lusófonas, importa, para além da concordância geral quanto ao seu conteúdo, lembrar que não se deve confundir a obra prima do Mestre com a prima do mestre de obras.
Ou seja, não basta dizer que a “grande maioria da imprensa angolana parece estar num indeterminado limbo quanto á sua posição face ao poder”. A imprensa angolana tem nome próprio e, por isso, era bom dizer nomes até porque nem todos os estão nesse limbo.
Ou seja, não absta dizer que alguém “tentou denunciar uma eventual fraude na economia angolana e a grande maioria da imprensa ou não quis escutar ou exigiu-lhe pagamento para publicar a sua denúncia, mesmo sob anonimato”. Quem são os que não escutaram ou exigiram pagamento?
Ou seja, não basta dizer “... E depois há aquele caso relatado por um órgão de informação Português de que, certas personalidades ainda não identificadas por aquele órgão, parecer terem tentado comprar notícias em Portugal”.
Isto é: O órgão de informação em questão tem nome, chama-se Notícias Lusófonas. Nada melhor, a bem da liberdade de informação, do que pôr o nomes às coisas.
Diz Eugénio Costa Almeida que o NL ainda não identificou as personalidades que tentaram “comprar notícias em Portugal”. Penso que a reserva quanto às fontes é um direito de todos os jornalistas que são livres. Ou não será? Veja-se o exemplo citado do “Watergate”.
orlando@orlandopressroom.com

Ver Arquivo
|
|
| |
|
 |
|
|
|
|
|
|