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  Cabo Verde
Governo confirma intenção sueca de pôr fim à cooperação bilateral
- 27-Feb-2005 - 17:26


O governo guineense confirmou hoje que a Suécia decidiu terminar, até ao fim deste ano, as suas acções de cooperação bilateral na Guiné-Bissau, embora Bissau esteja já a diligenciar para que Estocolmo volte atrás na decisão.


Em declarações à Agência Lusa, o porta-voz do governo guineense, Filomeno Lobo de Pina, salientou, contudo, que a cooperação sueca vai manter-se a nível multilateral, nomeadamente no apoio às reformas nas Forças Armadas e no sector das Pescas.

Na semana passada, a Agência Sueca para o Desenvolvimento Internacional (ASDI), através do seu responsável em Bissau, Lars Berg, anunciou o fim das suas acções de cooperação na Guiné-Bissau.

Lars Berg, que já regressou a Estocolmo, sustentou a posição do governo sueco pelo facto de, após mais de 30 anos de assistência técnica e financeira, ter chegado a hora de o país "começar a andar pelos seus próprios meios".

O diplomata sueco informou Bissau que a decisão de Estocolmo é, para já, "irreversível", mas admitiu que, "talvez dentro de pouco tempo", a cooperação entre os dois países possa ser retomada.

"Estamos já a diligenciar junto do governo sueco para que regresse em breve à Guiné-Bissau e temos argumentado que o executivo guineense se tem pautado pela transparência e pela boa governação", sublinhou Lobo de Pina, também ministro da Presidência do Conselho de Ministros, Comunicação Social e Assuntos Parlamentares.

A nível multilateral, a Suécia manifestou já disponibilidade para apoiar financeiramente a reforma das Forças Armadas, projecto já em curso, intenção expressa na mini mesa-redonda de doadores, que decorreu a 11 deste mês em Lisboa.

Por outro lado, a ministra das Pescas guineense, Helena Embaló, revelou a 21 deste mês que a Suécia vai também financiar um projecto regional de apoio à protecção das águas territoriais, intitulado Assistência na Gestão e Desenvolvimento de Pescarias do Atlântico Centro e Este (COPACE).

O projecto cobre 18 países africanos da costa atlântica, entre eles a Guiné-Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, e tem Angola e Portugal como observadores.

A Suécia foi dos primeiros países a apoiar técnica e financeiramente a Guiné-Bissau, tendo começado mesmo antes de o país ascender à independência de Portugal, decretada unilateralmente em Setembro de 1973 e reconhecida por Lisboa no mesmo mês de 1974.

No período áureo, em meados da década de 90, a cooperação sueca chegou a contar com mais de uma centena de cooperantes a actuar nos domínios da Educação, Saúde e Economia, designadamente na Editora Escolar, no Laboratório de Saúde e na Fundação para o Desenvolvimento Empresarial e Industrial (FUNDEI).

O apoio começou no início da década de 70, na altura da luta de libertação (1963/74) que levaria ao poder os guerrilheiros do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC).

Já em 1999, a Suécia encerrou definitivamente a embaixada em Bissau, sendo as actividades asseguradas por um escritório de representação, subordinado à missão diplomática sueca em Dacar.

No ano seguinte, em 2000, a organização não governamental sueca Radda Barnen, que operava na área da educação e saúde, também fechou as suas portas.

Dados oficiais indicam que a Suécia disponibilizou em acções de cooperação na Guiné-Bissau mais de 500 milhões de dólares (cerca de 385 milhões de euros) desde que o país se tornou independente.


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