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  Cabo Verde
Governo prevê crescimento do PIB de 6,5 a 7 por cento em três anos
- 17-Jan-2003 - 14:41

O Produto Interno Bruto (PIB) de Cabo Verde deverá crescer entre 6,5 e 7 por cento nos próximos três anos, período para o qual estão previstos projectos de desenvolvimento de mais de 500 milhões de euros.

A previsão foi divulgada quinta-feira pelo Ministro das Finanças, Planeamento e Desenvolvimento Regional do arquipélago, que baseou a projecção na execução do Plano Nacional de Desenvolvimento (PND) que esteve em discussão na reunião semanal do Conselho de Ministros.

O PND, que cobrirá os próximos três anos, é o instrumento que materializa as Grandes Opções do Plano (GOP), documento que tem uma vigência de 20 anos e que foi aprovado há alguns meses pelo parlamento cabo-verdiano.

As GOP, que são cinco, objectivam uma "visão de médio prazo" do desenvolvimento do país, e perspectivam a "boa governação, a melhoria da competitividade e da capacidade produtiva, a luta contra a pobreza, a valorização dos recursos humanos e a infra-estruturação e o ordenamento do território do país".

Com base nestas orientações, o PND define 36 programas de investimento ramificados, cada um, em vários projectos de desenvolvimento, para os quais, disse Carlos Burgo, "já está garantida uma parte substancial do financiamento e identificados, para os restantes, os potenciais financiadores".

"Começa a ser consenso que Cabo Verde deve aspirar a um forte crescimento do seu PIB", referiu, salientando que, ao estabelecer essa perspectiva, está a falar de "um crescimento perfeitamente sustentável e não conjuntural".

Carlos Burgo situou as suas previsões em números que "deverão variar entre os 6,5 e os 7 por cento", podendo-se inclusivamente pensar, se tudo correr como previsto, em percentagens ainda um pouco superiores.

Para isso, algumas condições terão que ser reunidas e, segundo o ministro, têm a ver com "o combate ao desemprego, o aumento das reservas externas para níveis superiores a 3 meses de importações e a atracção de mais investimento externo".

Quanto ao financiamento dos projectos inscritos no PND, Carlos Burgo precisou que já "estão garantidos recursos equivalentes aos actuais níveis de financiamento, que são de 88 milhões de euros anuais".

Para conseguir o remanescente do financiamento necessário, o governo tem estado a trabalhar.

Segundo o ministro, "está-se numa fase intensiva de mobilização de recursos, neste período que antecede um encontro com os parceiros de desenvolvimento".

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