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  Cabo Verde
Tarifas de telemóvel baixam em média 51,5%, para Portugal 35%
- 3-Mar-2005 - 17:30


As tarifas das comunicações móveis internacionais da principal operadora na Guiné-Bissau, a GuinéTel, baixaram, em média, 51,5 por cento, incluindo na lista as chamadas para Portugal, Brasil e Cabo Verde, disse hoje à Agência Lusa fonte da empresa.


Segundo o presidente da Direcção-Geral da GuinéTel, o gestor português Guilherme Aniceto, as novas tarifas entraram em vigor a 01 deste mês e incluem também uma redução de cerca de 25 por cento nas chamadas internas.

A GuinéTel, cujo principal accionista é a Portugal Telecom - Investimentos Internacionais, com 55 por cento do capital, baixou os preços das chamadas internacionais com destino a 27 países.

As reduções mais significativas, de 62 por cento, dizem respeito às chamadas para o Brasil, Espanha, França, Grécia, Holanda, Hungria, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Noruega, Polónia, República Checa, Rússia, Suíça e Ucrânia.

O preço por minuto de cada conversação foi uniformizado para todos estes países, 700 francos CFA (1,06 euros), sendo o mesmo custo também fixado para as chamadas para a Alemanha, Andorra, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Reino Unido, e Suécia, cuja diminuição dos preços varia entre os 44 e os 57 por cento.

Para Portugal (menos 35 por cento), Cabo Verde (23 por cento), Gâmbia (23 por cento), Guiné-Conacri (60 por cento) e Senegal (23 por cento), cada minuto de conversação foi uniformizado nos 500 francos CFA (0,76 euros).

Nas chamadas nacionais, os preços baixaram cerca de 25 por cento, passando as chamadas entre telefones móveis da GuinéTel a custar 150 francos CFA (0,22 euros) na "tarifa plena" (das 07:00 às 21:00) e 120 francos CFA (0,18 euros) na "tarifa reduzida".

Nas chamadas de telemóvel para a rede fixa os valores descem para 180 francos CFA (0,27 euros) durante o dia e para 150 francos CFA (0,22 euros) ao longo da noite.

Nas ligações para a outra operadora de telemóveis existente na Guiné-Bissau, a Spacetel, um consórcio entre empresas do Luxemburgo e do Líbano, os custos são de 310 francos CFA (0,47 euros) na "tarifa plena" e de 280 francos CFA (0,42 euros) na "tarifa reduzida".

Segundo Guilherme Aniceto, a GuinéTel vai começar, "talvez até ao final deste mês", a permitir o envio de mensagens SMS para todo o mundo, o que não acontece até agora, um a vez que só é possível fazê- lo a nível nacional.

O custo de envio de uma mensagem internacional ficará nos 80 francos CFA (0,12 euros), mantendo-se gratuita para a Guiné-Bissau, acrescentou.

A GuinéTel, que detém cerca de 80 por cento do mercado da rede móvel na Guiné-Bissau, conta já com cerca de 30 mil clientes, devendo, até Junho cobrir todo o território guineense.

Segundo Guilherme Aniceto, as principais regiões do país já têm acesso à rede móvel da GuinéTel, que começou a operar em Dezembro de 2003 e em que o Estado é o segundo maior accionista, com 40 por cento, pertencendo os restantes 5 por cento aos trabalhadores da Guiné- Telecom, empresa "mãe".

Esta empresa, que tem o monopólio da rede fixa, é detida em 50 por cento pelo Estado guineense, enquanto a Portugal Telecom - Investimentos Internacionais conta com 40 por cento e os funcionários da companhia com os restantes 10 por cento.


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