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  Cabo Verde
País quer maiores contrapartidas financeiras para acordos pesca com UE
- 8-Mar-2005 - 18:38


Cabo Verde e a União Europeia estão a renegociar o acordo de pescas existente desde 1991, numa reunião que decorre na capital do arquipélago, Cidade da Praia, entre delegações das duas partes.


A meta já estabelecida pela delegação de Cabo Verde, chefiada pela directora geral das Pescas do Ministério da Agricultura, Ambiente e Pescas, Idelmira Carvalho, é o aumento das contrapartidas financeiras sem aumentar o número de embarcações a operar nas águas cabo-verdianas.

Actualmente, a União Europeia(UE) mantém 117 embarcações a operar na Zona Económica Exclusiva(ZEE) de Cabo Verde, sendo a sua maior parte de origem espanhola, pagando ao arquipélago uma quantia anual próxima dos 700 mil euros.

Fonte próxima das negociações em curso, cuja primeira ronda deverá terminar na quarta-feira com a elaboração de um comunicado conjunto, adiantou ainda à Agência Lusa que Cabo Verde pretende ainda encontrar um patamar de entendimento com a UE concernente à criação de empresas de capitais mistos e apoios financeiros e técnicos à modernização da rede de frio no país.

Apesar da determinação cabo-verdiana em não conceder novas licenças de pesca, para além das actuais 117, este é um ponto que permanece em aberto tendo em conta, explicou à Lusa a mesma fonte, que perante as contrapartidas exigidas por Cabo Verde, pode emergir alguma flexibilidade.

As pescas são uma das mais importantes fontes de rendimento para Cabo Verde e o governo do arquipélago quer adequar o sector às exigências de conservação de espécies e protecção de zonas marinhas.

Cabo Verde é ainda dos países da sub-região da África Ocidental que cobra menores taxas por embarcação a operar nas suas águas territoriais.

Sendo esta uma das principais críticas feitas pelos armadores nacionais, confrontados com os custos que têm de suportar pelos seus barcos a pescar nas águas de países vizinhos, como a Mauritânia e o Senegal.


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